POWER RACING NEWS 23/05/2017 09:48

Confira as novidades dos esportes automobilísticos com Reinaldo Filho

Treinos da IndyCar Series para as 500 Milhas de Indianápolis, Nascar Monster Energy Cup em Charllote, MotoGP em Le Mans, novidades da semana da indústria automobilística e claro, nossa “Volta Rápida”. Essa é a Power Racing News.

IndyCar Series definiu no final de semana o grid para as 500 Milhas de Indianápolis, com acidente grave e surpresas

            Scott Dixon acertou no setup e seu carro, estabeleceu a maior média de velocidade desde as 500 Milhas de Indianápolis de 1996, 232,164 mph (373,631 km/h) e cravou a pole. Para atingir essa marca histórica, o piloto da Ganassi usou as 4 voltas permitidas para o qualify.

           Fernando Alonso, estreando na prova, conseguiu um lugar na segunda fila, largando na quinta posição.

            Ed Carpenter e Takuma Sato entraram na pista depois do neozelandês, mas não conseguiram bater a média de Dixon. O norte-americano larga em segundo, com o vencedor da centésima edição da Indy 500, Alexander Rossi, completando a primeira fila.

            Sato abre a segunda fila, que conta também com Fernando Alonso. Estreando na prova, o espanhol foi bem no 'Fast Nine' e obteve a quinta posição. JR Hildebrand completa a segunda fila.

            Tony Kanaan abre a terceira fila, que conta ainda com Marco Andretti e Will Power, único piloto da Penske entre os nove primeiros.

            Já Helio Castroneves, que não passou para o 'Fast Nine', participou da parte da classificação que definiu as posições de décimo a 33º. O tricampeão da prova não foi além do 19º lugar, imediatamente atrás de Juan Pablo Montoya, também da Penske.

            O atual campeão da categoria, Simon Pagenaud, parte em 23º - a pior posição de um piloto do time de Roger Penske no grid de largada para a 101ª edição da Indy 500, já que Josef Newgarden larga em 22º.

            Mas o acontecimento do final de semana que mais preocupou e ainda preocupa pilotos e equipes foi o grave acidente sofrido por Sebastien Bordais na sexta-feira (19).

            Bordais vinha em volta rápida quando perdeu o ponto de redução na entrada da curva 2 e seu carro não tangenciou totalmente a curva, vindo a chocar-se praticamente de frente com o muro de proteção, a mais de 300 km/h. Depois do choque, o carro decolou, capotou e parou com as rodas no chão.

            Bordais foi retirado do carro consciente e levado ao centro médico, posteriormente transferido ao Hospital Universitário de Indianápolis pois queixava´se de dores na região da bacia.

            Após exames detalhados, foi constatadas múltiplas fraturas na pélvis e também uma fratura no lado direito do quadril. No sábado mesmo, Bordais passou por cirurgia para correção das fraturas e com isso está fora da temporada da Indy de 2017.

            Em nota, Dale Coyne, dono da equipe de Bourdais, disse que o piloto passou por uma cirurgia bem sucedida para corrigir as fraturas. 

            “Ótimas notícias, pois os médicos esperavam ter de fazer duas cirurgias separadas. Ele é um cara forte e está em forma, o que ajuda. A Indy trouxe Claire (esposa de Bourdais) à noite, isso também é ótimo. Sébastien saiu da cirurgia e 20 minutos depois o cirurgião veio e nos disse que tudo correu muito bem."

            Coyne elogiou a resistência e segurança do chassi Dallara e ao soft wall, sistema de segurança desenvolvido para proteger o piloto no mais severo acidente  - elementos que, para o proprietário da equipe, salvaram a vida de Bourdais.

            “Há pouco tempo, um acidente como este teria sido fatal. O impacto foi de 118G, mas o chassi fez o trabalho. Não houve entrada de peças para dentro do carro, o painel que foi adicionado após Justin (Wilson) se acidentar em Fontana (em 2013) e fraturar a pélvis cumpriu a função que deveria", afirmou.

            Coyne revelou ainda que precisará encontrar um substituto para o restante da temporada, pois Bourdais - que tem um contrato de três temporadas - não volta a correr em 2017.

            “Disseram a nós que ele poderá voltar a andar em seis a oito semanas com o auxílio de muletas, para só então começar a fisioterapia. Não podemos exigir que pilote nessas condições. Nem seria humano de nossa parte. Fico triste por Sébastien, pois isso aconteceu quando estávamos muito bem. Ele estava entre os mais velozes a semana toda, éramos fortes no tráfego e muito velozes sem vácuo. E ainda tinha reais chances de brigar pelo campeonato deste ano. Ele é um piloto completo e muito rápido", destacou. “Quando conversamos antes da cirurgia, ele se lembrava de tudo. Ele me disse que o carro deu uma balançada na curva 1, então ele sabia que estava no limite. Mas era tarde demais. Na pista, tudo acontece muito rápido e ele acabou passando do ponto na curva 2", contou.

            Embora admita que possui uma lista de potenciais substitutos, Coyne garante que isso não é prioridade no momento. "Precisamos montar o carro reserva. Deixei que os rapazes fossem para casa ontem, eles estavam devastados, como você pode imaginar. O carro não estará pronto hoje, teremos sorte se conseguirmos deixar tudo pronto para amanhã."

            Mas já há quem se arrisque a citar alguns nomes que possam fazer parte da lista de Coyne. Para curto prazo, ou seja, algumas corridas, pilotos como Stefan Wilson, Tristan Valtier e James Davison são citados.

            Já a longo prazo, até o fim da temporada, o brasileiro Bruno Junqueira é o mais citado. Bruno foi piloto da equipe em 2009 e 2011. Bruno, que foi pole em Indianápolis em 2002, jamais andou com o chassi atual em um oval, o que pode contar como ponto negativo contra o piloto.

            Bordais estava escalado pela Chip Ganassi para disputar as 24 Horas de Le Mans, com um dos Ford GT da equipe. Como está fora, a Ganassi também está com uma suposta “lista” de pilotos para o substituir na prova e provavelmente no final da temporada de Endurance.

            Ainda não se citam nomes, mas o que se tem certeza é de que os pilotos da Ganassi que disputam a NASCAR não serão escolhidos pois existe um paradigma americano de que pilotos que disputam a maioria das provas de sua categoria em ovais não se dá bem em circuitos mistos nem em provas de longa duração.

            A nossa opinião é a de que “pagariamos para ver”.

Confira o TOP TEN do grid de largada para a Indy 500:

Pos.     Piloto                           Tempos por volta (4 no total)                   Média        

  1.       Scott Dixon                 232.595, 232.135, 232.018, 231.907 = 232.164mph

  2.       Ed Carpenter              232.180, 231.912, 231.582, 230.985 = 231.664mph

  3.       Alexander Rossi         231.843, 231.153, 231.479, 231.475 = 231.487mph

  4.       Takuma Sato              232.171, 231.599, 230.929, 230.768 = 231.365mph

  5.       Fernando Alonso        231.113, 231.440, 231.475, 231.171 = 231.300mph

  6.       JR Hildebrand             231.529, 231.010, 230.941, 230.081 = 230.889mph

  7.       Tony Kanaan              231.239, 231.016, 230.743, 230.317 = 230.828mph

  8.       Marco Andretti            230.659, 229.845, 230.631, 230.763 = 230.474mph

  9.       Will Power                  230.912, 230.017, 229.898, 229.975 = 230.200mph

10.       Ryan Hunter-Reay     231.674, 231.811, 231.250, 231.036231.442mph

 

NASCAR Monster Energy Cup em Charlotte, com a etapa extra-campeonato ALL-STAR que  premiou com US$ 1.000.000,00 seu vencedor

            Kyle Busch, pela primeira vez venceu na pista de Charlotte, e de quebra o All-Star, corrida extra-campeonato da NASCAR.

            Disputada na noite de sábado no Charlotte Motor Speedway  o piloto da Joe Gibbs faturou um milhão de dólares em premiação.

            A corrida foi dividida em quatro segmentos. Os três primeiros, de 20 voltas cada, foram vencidos por Kyle Larson (os dois primeiros) e Jimmie Johnson, e classificavam 10 dos 20 carros para a última fase, de 10 voltas.

            “Buschinho” ganhou a liderança na última relargada. Brad Keselowski estava na frente, já que não havia entrado nos boxes no final do terceiro segmento, mas logo ficou para trás.

            O piloto da Penske, no entanto, atrapalhou Larson e Johnson na bandeira verde, e Busch se aproveitou.

            O piloto da Chip Ganassi chegou em segundo, seguido pelo da Hendrick.

            Kurt Busch, Jamie McMurray, Kevin Harvick, Chase Elliott, Keselowski, Joey Logano e Denny Hamlin completaram os dez primeiros.

            A prova não somou pontos para o campeonato mas foi uma grande festa, como acontece todos os anos. É uma espécie de confraternização entre pilotos e equipes.

            A próxima prova será excepcionalmente na segunda feira, 29/05, novamente em Charlotte, para a disputa da Coca-Cola 600. A mudança do dia da prova é por estar sendo disputada as 500 Milhas de Indianápolis e o GP de Mônaco de F-1 no domingo, dia 28.

            Até o final da temporada, todo ponto será disputado como se fosse o último.

 

MotoGP corre em Le Mans com Viñales vencendo, mas a categoria perdendo um de seus maiores pilotos: Nicky Hayden

            Maverick Viñales (Yamaha) venceu pela terceira vez em cinco etapas na MotoGP 2017, desta vez em Le Mans, França. Com a vitória, ele assumiu a liderança do campeonato com 17 pontos de vantagem sobre Dani Pedrosa (Honda).

            Vinãles largou na pole mas foi superado na largada por Johann Zarco, piloto da Tech3 Yamaha, que liderou até a volta 7 quando foi ultrapassado por Viñales. Valentino Rossi (Yamaha) recuperava a P3 perdida para Marc Márquez (Honda).

            Marquez caiu sozinho a 11 voltas do final, na curva 3.

            Mais tarde, restando seis voltas, Rossi superava Zarco ficando na P2 e partia para a caça de Viñales, a quem deixou para trás a três voltas do final na Dunlop Chicane.

            A situação mudou na última volta. The Doctor errou na Garage Vert, devolvendo a ponta ao espanhol. Rossi até tentou recuperar a P1, mas caiu sozinho na Garage Bleu, perdendo assim a liderança do campeonato.

            Zarco herdou a P2 e teve seu primeiro pódio em casa. Pedrosa chegou na P3, superando Andrea Dovizioso e Cal Crutchlow. A Ducati ficou em quarto, seguida pela LCR Honda e por Jorge Lorenzo (Ducati).

 

Top Ten em Le Mans

Pos.     Piloto                                      Equipe

  1        Maverick Viñales                   Movistar Yamaha MotoGP

  2        Johann Zarco                         Monster Yamaha Tech 3

  3        Dani Pedrosa                         Repsol Honda Team

  4        Andrea Dovizioso                   Ducati Team

  5        Cal Crutchlow                        LCR Honda

  6        Jorge Lorenzo                      Ducati Team

  7        Jonas Folger                          Monster Yamaha Tech 3

  8        Jack Miller                             EG 0,0 Marc VDS Honda

  9        Loris Baz                                Reale Avintia Racing Ducati

10        Andrea Iannone                     Team Suzuki Ecstar

11        Tito Rabat                              EG 0,0 Marc VDS Honda

12        Pol Espargaro                        Red Bull KTM Factory Racing

13        Bradley Smith                        Red Bull KTM Factory Racing

14        Sam Lowes                            Aprilia Racing Team Gresini

15        Sylvian Guintoli                      Team Suzuki Ecstar

 

Não terminaram

Valentino Rossi                      Movistar Yamaha MotoGP

Aleix Espargaro                     Aprilia Racing Team Gresini

Marc Marquez                        Repsol Honda Team

Danilo Petrucci                      OCTO Pramac Racing Ducati

Scott Redding                        OCTO Pramac Racing Ducati

Karel Abraham                       Pull&Bear Aspar Team Ducati

Hector Barbera                      Reale Avintia Racing Ducati

 

            A grande perda, não só da MotoGP e da Superbike, mas do motociclismo de velocidade foi o precoce falecimento de Nicky Hayden.  Campeão da MotoGP de 2006, Hayden, faleceu devido a lesões sofridas quando foi atingido por um carro enquanto andava de bicicleta na Itália na última quarta-feira (17).

            Hayden estava passeando com amigos perto de Rimini quando o acidente ocorreu. Ele foi levado às pressas para um hospital local com grave trauma na cabeça e tórax e várias fraturas, antes de ser transferido para o Hospital Bufalini em Cesena.

            Sua condição não era estável o suficiente para realizar a cirurgia para aliviar a pressão no crânio causada por edema cerebral. Hayden permaneceu em estado crítico na UTI durante o fim de semana.

            Seu falecimento ocorreu na tarde desta segunda-feira (22), e foi comunicado pela assessoria de imprensa do hospital.

            Hayden fez 217 corridas de MotoGP entre 2003 e 2016, batendo Valentino Rossi pelo campeonato mundial de 2006 na quarta de suas seis temporadas com a equipe de fábrica da Honda. De 2009 a 2013 disputou o mundial pela Ducati.

            Hayden passou as temporadas de 2014 e 2015 em tempo integral com a Aspar Honda antes de ir o Mundial de Superbike com a Honda em 2016.

           

STOCK CAR em Santa Cruz do Sul com Barrichello e Ricardinho Maurício conquistando os segmentos mas Tiago Camilo mais líder que nunca no campeonato

            
Rubens Barrichello comemorou com sua tradicional sambadinha tanto a pole quanto a vitória de ponta a ponta do primeiro segmento da prova da STOCK em Santa Cruz do Sul. Barrichello venceu a última vez em Goiânia em 2016.

            Largando na pole e tendo Marcos Gomes largando na P2, Barrichello e Marquinhos optaram por colocar menos combustível no pit obrigatório no primeiro segmento. Com estratégias iguais, o campeão de 2015 não conseguiu superar o campeão de 2014.

            Para quem viu de fora, pareceu uma vitória tranquila, já que o veterano não foi ameaçado de fato em nenhum momento da prova. Entretanto, Barrichello revelou após a corrida que a vida não foi tão tranquila quanto pareceu, especialmente na primeira parte da disputa, e celebrou o retorno ao topo do pódio na Stock Car.

            "No final da corrida foi mais tranquilo. O Marcos Gomes tirou um pouco o pé, porque no começo era pé embaixo o tempo inteiro. O carro estava muito bom e graças a Deus deu tudo certo. Muito bom voltar a vencer", disse.

            Com o triunfo na corrida 1, Barrichello foi a 71 pontos e ocupa a sexta posição na temporada 2017 da Stock Car. Já no segundo segmento, Ricardo Maurício revelou que a P20 do primeiro segmento não o desanimou e sim o levou a optar por trocar quatro pneus para o próximo segmento, estratégia que se mostrou fundamental para vitória

            Parando cinco voltas antes do fim do segmento 1 para poupar pneus e “push to pass”, Ricardinho trocou os quatro pneus. A estratégia rendeu frutos e, com o abandono de Felipe Fraga, o piloto do #90 foi para a liderança, de onde não saiu até receber a bandeira quadriculada.

            Após a prova, Ricardinho disse que acertou na estratégia de pneus para o segmento 2, pois não tinha nada a perder já que havia terminado na P20 o segmento 1.

            "A primeira corrida foi muito difícil e decidi trocar os quatro pneus para priorizar esta prova. Muitos pilotos adotaram essa mesma estratégia e abasteceram bastante. Felizmente consegui conquistar esses 20 pontos. Tínhamos um bom equipamento e a estratégia foi bem feita", disse.

            O piloto da Eurofarma, que era o quinto colocado no campeonato antes da rodada dupla em Santa Cruz do Sul, manteve a posição na tabela, agora com 72 pontos, um a mais do que o vencedor da corrida 1, Rubens Barrichello.

            A STOCK CAR volta às pistas no dia 11 de junho, na etapa de Cascavel, no Autódromo Internacional de Cascavel.

 

Semana do mercado automobilístico

            A briga entre os “jipinhos” está acirrada entre Honda WR-V e Nissan Kicks.

            O WR-V é derivado do FIT, ou seja, um FIT melhorado. Já o Kicks é um projeto desenvolvido para ser um SUV, com plataforma, espaço, equipamentos e motorização próprias.

            Mas como se equivalem em preços e tamanho, os consumidores fazem dos modelos seus concorrentes naturais.           

            A Fiat divulgou, esta semana, a primeira imagem do modelo Argo, que deverá ocupar o lugar do Bravo, descontinuado em dezembro de 2016.

            Como todo Fiat, seu design foi copiado de seu antecessor e também com pitadas de outros modelos.

            Como as imagens são somente do exterior, não se pode avaliar o acabamento, mas pode-se esperar muitas partes oriundas de outros modelos, como forma de economia. A Fiat promete lançar e disponibilizar para compra o Argo á partir do dia 30 de maio.

            Mais uma vez, a Audi “apronta” com o consumidor brasileiro: lança no país a nova versão do esportivo R8.

            Equipado com um V10 5.2 de 610cv, aspirado, acoplado a um excelente câmbio automatizado de 7 marchas, preparado para uma pilotagem esportiva.

            Por fora, a Audi inova usando uma carroceria “Coupé” de alumínio e plástico, reforçada com fibra de carbono, deixando o carro mais leve e resistente.

            Na suspensão, amortecedores magnéticos colam o carro no chão e usa os novos faróis de LED, com feixes de laser.

            E tudo isso leva o R8 de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, tendo como máxima 330 km/h. E, claro, a magnífica tração integral 4X4 é a principal responsável por toda essa “cavalaria” voar pelas pistas afora.

            O R8, marca registrada da Audi nas competições mundo afora, vem para o Brasil custando R$ 1.170.000,00. Preço e desempenho dignos de uma Ferrari 458 ou Lamborghini Huracan.

            Um brinquedo para poucos.

Volta Rápida

- Fernando Alonso, piloto da F-1 e conhecido reclamão, que largará em quinto nas 500 Milhas de Indianápolis no próximo domingo, pela IndyCar Series, disse que se não tivesse tido um problema no turbo de seu McLaren Andretti Honda certamente ele havia conseguido a pole position. Agora, é esperar a corrida e ver se o “problema no turbo” foi resolvido. Coisas de Alonso.

- Totto Wolf, chefe da equipe Mercedes na F-1, disse estar preocupado pois os novos carros, cuja distância entre eixos é maior, poderá prejudicar seus pilotos nas ruas do principado de Mônaco. A justificativa é a de que as Mercedes são caros rápidos e o novo tamanho os tornou mais lentos nas manobras.

Se pensarmos por esse lado, todo o grid será prejudicado pois todos os carros são do mesmo tamanho que os Mercedes.

- A Willians, através de sua manager, Claire Willians, disse estar muito satisfeita com o desempenho de Felipe Massa com o carro deste ano, mesmo com todas as dificuldades encontradas tanto pela equipe quando pelo piloto no desenvolvimento do projeto e que, se Felipe aceitar, a Willians renova seu contrato para 2018.

Agora, basta Massa pensar se aceita ou não a proposta, pois Claire não mencionou valores do novo contrato.

E para Mônaco, a Willians promete atualizações em seus carros.

- Franco Morbidelli, piloto ítalo brasileiro da Moto2 venceu novamente na categoria. Agora, em 5 etapas ele acumula 4 vitórias, sendo líder isolado no campeonato.

- Na Moto3, logo após a largada, uma das motos teve problemas mecânicos, derramando óleo por toda extensão de uma curva de alta. Com isso, 17 dos mais de 20 pilotos que vinham atrás caíram na curva, fazendo um verdadeiro boliche humano. Felizmente ninguém se feriu mas foi uma das cenas mais bizarras vista atualmente no Mundial de Motovelocidade.

- Kevin Schwantz, campeão da MotoGP em 1993, foi convidado por Nicky Hayden, sem amigo particular e com quem se encontrou na quarta feira horas antes do fatal acidente na Itália, para acompanha-lo no passeio de bicicleta.

Schwantz, não pode acompanha-lo no passeio.

Hayden foi atropelado enquanto andava de bicicleta perto de Rimini, na Itália. Assim que foi atingido pelo carro, o americano colidiu com o para-brisa do veículo e caiu no chão, sofrendo traumas severos na cabeça e tórax. 

Schwantz contou que conversou com Hayden no dia do incidente e que foi convidado a acompanhá-lo no passeio. “Estava correndo quando nos encontramos. Conversamos por um tempo enquanto voltava ao hotel. Nicky pediu para que eu fosse com ele dar uma volta de bicicleta à tarde, mas disse que não tinha comigo a minha bicicleta de passeio”, detalhou Schwantz, em entrevista ao site Corsedimoto.

“Depois de algumas horas, fiquei sabendo do acidente. É uma coisa que não consigo acreditar. Não digo que o passeio teria sido diferente se estivéssemos juntos, mas, talvez, poderíamos ter ido a outro lugar”, continuou o veterano.

Hayden não resistiu aos ferimentos e falece nesta segunda-feira (22). Campeão da MotoGP em 2006, interrompendo uma longa sequência de títulos de Valentino Rossi, o americano tinha 35 anos de idade.

- Uma lembrança para todos que possuem carros e motos com tecnologia FLEX e costumam abastecer com Etanol: em dias frios ou com temperaturas abaixo de 14°, o motor frio necessita de gasolina para entrar em funcionamento. Por isso, mantenha sempre o reservatório de gasolina, o chamado “sistema de partida a frio” abastecido para não ter surpresas. Nos carros eles estão localizados geralmente no compartimento do motor e nas motos, debaixo do banco.

Aproveite e passe em um auto elétrico de sua confiança e solicite uma revisão na bateria, sistema de carga (alternador) e no motor do sistema de partida a frio.

 

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Uma boa semana, automaníacos. Até a próxima.

 

Se o turbo do meu carro não tivesse dado problemas certamente eu conseguiria fazer a pole para as 500 Milhas”. Fernando Alonso, sobre o suposto problema apresentado pelo turbo do seu McLaren Andretti Honda no treino classificatório para as 500 Milhas de Indianápolis, do qual participa como piloto convidado pela Honda.

 

Reinaldo dos Santos Filho mora em São Manuel/SP, tem 48 anos, é jornalista especializado em automobilismo, administrador de empresas, escritor, piloto profissional e motociclista. Pai do Thiago Augusto, Luís Guilherme e Giovanna.

Matéria sob responsabilidade do autor (Mtb 82.886/SP)

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