POWER RACING NEWS 13/11/2018 08:43

Lewis Hamilton conquista mais uma, agora no Brasil

Reinaldo Filho escreve sobre velocidade.

F1 no Brasil, Nascar CUP nos playoffs, História da Indústria automobilística Nacional especial,  e a nossa Volta Rápida. É a Power Racing News!

 

Lewis Hamilton ficou com a vitória no GP do Brasil de 2018, em Interlagos, após um polêmico toque entre Max Verstappen e o retardatário Esteban Ocon.

Verstappen, que largou em quinto, deu espetáculo em Interlagos. O holandês assumiu a ponta após ultrapassar na pista todos os concorrentes à frente, e caminhava firme rumo a sua segunda vitória consecutiva.

No entanto, tudo mudou na volta 44. Ocon tentou descontar uma volta para o líder em uma manobra desastrada, e ambos se tocaram no S do Senna. Verstappen rodou, perdeu a liderança para Hamilton e sofreu danos em seu assoalho, o que deixou o inglês mais próximo da vitória. Ocon acabou punido pelo toque.

Ao fim, Hamilton venceu pela 10ª vez na temporada e confirmou o título da Mercedes no Mundial de Construtores de 2018. Verstappen e Kimi Raikkonen completaram o pódio.

Daniel Ricciardo, da Red Bull, fez corrida competitiva após largar do meio do pelotão devido a uma punição.

O australiano pressionou Raikkonen pelo pódio, mas fechou em quarto. 

Partindo da pole position, Hamilton mantém a ponta nos metros iniciais, enquanto que Bottas supera Vettel ainda na partida. O alemão tenta reagir e trava pneus no S do Senna, mas Bottas, por fora, se mantém à frente.

Um pouco atrás, Verstappen supera Raikkonen na largada, mas o piloto da Ferrari dá o troco e volta ao quarto lugar na reta oposta. A situação muda novamente na terceira volta: o holandês consegue o vácuo na reta principal e supera Kimi novamente no S do Senna.

Verstappen mostrou forte ritmo no início da prova: uma passagem depois, mergulhou por dentro de Vettel, também no S do Senna, para pular para terceiro, atrás somente das duas Mercedes.

Depois de ser superado por Verstappen, Vettel cometeu um erro na Curva do Lago e também foi passado por Raikkonen. A ordem de início, portanto, era Hamilton, Bottas, Verstappen, Raikkonen e Vettel.

Ricciardo, que havia largado em 11º, também realizou diversas ultrapassagens e já estava no pelotão da frente, em sexto.

Verstappen vinha embalado no começo e, em torno da sexta volta, começava a pressionar Bottas na luta pelo segundo lugar.

Porém, o holandês não conseguia velocidade suficiente para emparelhar na reta, o que também fazia com que Raikkonen se aproximasse atrás.

Na décima volta a manobra deu certo: Verstappen pegou o vácuo, colocou de lado e superou Bottas no S

Hamilton, seu próximo alvo, vinha cerca de 1s7 à frente.

Bottas, então, passou a sofrer ataques de Raikkonen. O piloto da Ferrari armou o bote na reta oposta, mas o compatriota deu o lado de fora da Curva do Lago para se manter à frente.

Ao fim da 18º volta, Bottas é o primeiro dos ponteiros a abrir a rodada de pitstops, trocando os supermacios pelos médios. Hamilton, líder, faz o mesmo na volta seguinte.

O inglês retorna em sétimo, imediatamente atrás de Romain Grosjean, e só consegue fazer a ultrapassagem na volta seguinte; enquanto isso, Verstappen, fazia a melhor volta da prova para ganhar terreno na luta pela liderança.

Mas, assim que consegue ficar com pista livre, Hamilton se torna o piloto mais rápido da pista, emendando sequência de voltas mais rápidas.

Vettel, que havia largado de macios, faz sua parada na volta 28. Verstappen, pouco depois, dizia que seus pneus ainda estavam em bom estado e passou a virar repetidamente mais veloz do que Hamilton.

Raikkonen fez seu pitstop ao fim da volta 31, o que o fez perder a posição para Vettel – embora tivesse um pneu algumas voltas mais novo. Os dois estavam muito próximos de Bottas na pista, enquanto que as Red Bull, que ainda não haviam parado, passavam a ocupar as duas primeiras posições.

Na volta 35, Vettel dá passagem a Raikkonen, de modo que o finlandês retorna ao quinto lugar.

Ao fim daquela mesma volta, Verstappen enfim faz sua primeira parada. Sua estratégia vai por um caminho diferente: em vez de colocar os pneus médios, como haviam feito Mercedes e Ferrari, o holandês calçou macios para tentar ir ao fim da prova.

Com diferença grande entre os pneus, o ataque foi questão de tempo. Ao fim da volta 39, o holandês superou Hamilton na reta principal, sem grande resistência, para assumir a ponta.

Já Ricciardo voltou em sexto após sua única parada, imediatamente atrás de Vettel. Seguindo estratégia semelhante à de Verstappen (ou seja, com pneus macios), o australiano partiu para cima de Vettel.

Na volta 44, um lance que mudou a corrida: o retardatário Ocon fez uma manobra desastrada ao tentar descontar uma volta para o líder Verstappen. O piloto da Force India, que estava com pneus supermacios novos, tentou ganhar terreno no S do Senna, mas tocou em Verstappen e fez o piloto da Red Bull rodar.

Com isso, Hamilton herdou a ponta novamente, com Verstappen em segundo, mais de 5s atrás. O assoalho do carro do holandês estava visivelmente danificado com o choque.

Posteriormente, Ocon recebeu um stop and go (ida aos boxes, com 10s parado no pit) pelo choque.

Na fase final da prova, Ricciardo ganhou terreno ao superar Bottas e Vettel, e partia para cima de Raikkonen na luta pelo pódio. Mas as posições não se alteraram: Hamilton venceu, à frente de Verstappen. Raikkonen completou o pódio.

A prova teve dois abandonos: Nico Hulkenberg, da Renault, e Marcus Ericsson, da Sauber.

 

TOP TEN em Interlagos

Pos.    Piloto                                     Equipe

01        Lewis Hamilton                      Mercedes

02        Max Verstappen                     Red Bull TAG

03        Kimi Raikkonen                      Ferrari

04        Daniel Ricciardo                     Red Bull TAG

05        Valtteri Bottas                         Mercedes

06        Sebastien Vettel                     Ferrari

07        Charles Leclerc                     Sauber Ferrari

08        Romain Grosjean                   Haas Ferrari

09        Kevin Magnussen                  Haas Ferrari

10        Sergio Perez                          Force India Mercedes

 

            A F1 encerra a temporada em Abu Dhabi, no lindo circuito de Yas Marina, dia 25/11.

 

 

 

 

 

Kyle Busch vence em Phoenix e fecha o playoff  

A etapa de Phoenix “fechou” os quatro guerreiros que domingo lutarão pelo título da temporada de 2018 da NASCAR CUP.

Joey Logano era o único que estava tranquilo e classificado para a grande final de Homestead-Miami no próximo fim de semana, com Kevin Harvick largando da pole position e mordido, por ter sido punido durante a semana, mesmo após ter triunfado no Texas.

Mesmo com o campeão de 2014 enfrentando um problema de furo de pneu no primeiro segmento, ele conseguiu se classificar por pontos, se beneficiando também do acidente envolvendo Denny Hamlin, Chase Elliott e Kurt Busch, companheiro de equipe e adversário mais próximo.

Mas, como o dito popular sempre prega que quem espera sempre alcança, Kyle Busch, que esteve alheio a toda a confusão ocorrida durante a prova, aproveitou as chances que teve e conquistou a oitava vitória do ano, garantindo seu lugar na grande final.

Com isso, domingo teremos briga de “cachorro grande” pelo título, com Kyle Busch, Joey Logano, o atual campeão Martin Truex Jr. e um Kevin Harvick com a faca nos dentes, querendo dar o título para sua equipe, a Stewart Haas. A final é domingo, em Homestead-Miami e quem chegar à frente será o campeão.

Vale dizer que “chegar à frente”  não necessariamente será vencer a corrida, e sim dos 4, quem melhor se classificar em relação aos outros postulantes. Será uma guerra digna de ser disputada no Coliseu de Roma.

Lembrando que em Homestead os carros da Ford apresentam um desempenho superior aos Chevrolet e Toyota. Portanto, se confirmando esse prognóstico, Logano e Harvick saem na frente, pois serão dois Toyotas (Busch e Truex) contra dois Ford. E a Ford deu um salto em desenvolvimento e desempenho nesta temporada, até surpreendendo as outras marcas, haja visto que não teremos nenhum Chevrolet na grande final.

 

TOP TEN em Phoenix

Pos.    Piloto                                     Carro

01        Kyle Busch                             Toyota Camry #18

02        Brad Keselowski                    Ford Fusion #2

03        Kyle Larson                            Chevrolet Camaro #42

04        Aric Almirola                           Ford Fusion #10

05        Kevin Harvick                         Ford Fusion #4

06        Jamie McMurray                     Chevrolet Camaro #1

07        Matt Kenseth                          Ford Fusion #6

08        Austin Dillon                           Chevrolet Camaro #3

09        Willian Byron                          Chevrolet Camaro #24

10        Darrell Wallace Jr.                 Chevrolet Camaro #43

 

 

“História da Indústria Automobilística Nacional”

Escuderia Fittipaldi ou Coopersucar-Fittipaldi, um marco no esporte a motor nacional e internacional

            Como não poderia deixar de ser, hoje traremos um pouco da história da nossa primeira equipe de F-1, 100% nacional, um sonho da família Fittipaldi e do povo brasileiro realizado!

 

Escuderia Fittipaldi, também conhecida como: Copersucar-Fittipaldi, Skol-Fittipaldi ou Fittipaldi Automotive, foi uma escuderia de Fórmula 1 brasileira fundada em 1975 pelos irmãos Emerson e Wilson Fittipaldi Jr., filhos do “Barão” Wilson Fittipaldi, que chegou a cortar a ajuda financeira aos filhos para tentar desencorajá-los da ideia.

Competiu num total de 104 grandes prêmios. Sua estreia ocorreu no GP da Argentina de 1975, com Wilson Fittipaldi Jr.

Após trinta anos de sua apresentação oficial em Brasília, em 16 de outubro de 1974, o modelo FD01, o Copersucar pilotado por Wilson Fittipaldi Jr. - primeiro carro brasileiro a disputar uma prova de Fórmula 1 - voltou em 10 de novembro de 2004 à pista do Autódromo de Interlagos, totalmente restaurado.

 

O início de tudo

No começo Wilson Fittipaldi Jr. queria fundar a primeira equipe sul-americana na Fórmula 1 e conseguiu após aproximadamente um ano de trabalho, tendo seu bólido projetado pelo brasileiro Ricardo Divila, o FD01.

Em 1980 visando internacionalizar a equipe e após o fracasso do modelo F6/F6A, os Fittipaldi compram a Wolf, equipe que disputava o Campeonato de F1 e pertencia ao milionário canadense Walter Wolf.

Na sua história, a Copersucar-Fittipaldi teve diversos pilotos, como Ingo Hoffmann e Chico Serra, e até ajudou a formar um campeão mundial, o finlandês Keke Rosberg, que defendeu a equipe em 1980 e 1981.

Mas, como sempre, críticas e “negatividade” imperavam sobre a equipe.

"As pessoas diziam que o carro era muito fraquinho, que F1 no Brasil era uma piada e que a equipe não servia para nada. E a equipe foi perdendo seus patrocinadores", explica Luciano Pires, diretor de Comunicação Corporativa da Dana, fabricante de autopeças, responsável pela restauração do FD01, primeiro modelo da escuderia brasileira, vários anos após o encerramento da equipe.

A equipe fechou em 1982 de uma forma melancólica. Os irmãos Fittipaldi deixaram os carros de lado e não quiseram mais mexer.

O modelo FD01 ficou guardado em um galpão na fazenda da família em Araraquara, interior de São Paulo. Além de deixarem a equipe de lado, restou uma dívida de 7 milhões de dólares.

"Mas o que mais nos magoou foi o fato de falarem da nossa equipe como um motivo de vergonha porque nunca vencemos uma prova", disse Wilson.

            Mas em 2002, a Dana iniciou um projeto para recuperar alguns ícones da ‘mobilidade’, como o monomotor Jaú, primeiro avião que atravessou o Atlântico.

Assim, surgiu a ideia para recuperar o FD01. "Fomos atrás do Wilson, montamos uma equipe interna de quatro pessoas e o mesmo grupo que ajudou na fabricação do primeiro Copersucar", conta Luciano Pires, da Dana. Para recuperação, foram gastos 80 mil dólares.

No início de 2004, foi realizado um trabalho árduo na busca de peças. Foram à Inglaterra, Alemanha e outros países.

"Tivemos de adaptar algumas coisas, como componentes de segurança que não duram trinta anos, os pneus (um pouco menores que os originais)", explicou Wilson.

Christian Fittipaldi, filho de Wilson, foi prestigiar o pai em Interlagos: "Não lembro do primeiro modelo. Tinha apenas três anos. Mas tenho uma foto em que estou empurrando a roda traseira, do Fittipaldi número 3, em 1976", falou Christian.

E matou a vontade do pai e deu uma volta com o carro. "Ele está que nem uma criança, como se estivesse me dando um brinquedo novo. Esse brinquedo faz parte da história da vida dele", disse.

Em 1980 Fittipaldi ficou andou à frente da Ferrari na pista.

Aos que teimam em lembrar da Copersucar, depois Fittipaldi, como um capítulo risível da história da F-1, alguns números são esclarecedores.
            Na temporada de 1980, por exemplo, o time brasileiro terminou o campeonato em oitavo lugar com onze pontos, enquanto que a Ferrari ficou em decimo lugar com apenas oito pontos.

Dois anos antes, a equipe ficou na frente de McLaren, Williams, Renault e Arrows no Mundial de Construtores. Emerson Fittipaldi, que juntou-se à Copersucar em 1976, marcou um ponto a menos que o canadense Gilles Villeneuve, da Ferrari.

Nas oito temporadas que disputou, a Copersucar-Fittipaldi acumulou 44 pontos em 104 GPs.

Foram três pódios, o mais comemorado deles em 1978, o segundo lugar de Emerson no Rio de Janeiro com o modelo F5A.

Nenhuma vitória, mas dezenove presenças nos pontos, numa época em que apenas os seis primeiros pontuavam.

Para comparar: a Jaguar encerrou suas atividades em 2004 com 49 pontos e dois pódios em 85 GPs. Era a equipe oficial da Ford.

A Prost somou 35 pontos em 83 corridas, também com três pódios.

A Sauber, em 206 largadas, conseguiu apenas seis pódios.

Pelos padrões vigentes, pois, a Copersucar-Fittipaldi, hoje, se mantivesse o mesmo desempenho de sua época, estaria ranqueada facilmente entre as chamadas equipes intermediárias.

Nos seus oito anos de vida, a Copersucar-Fittipaldi teve na sua folha de pagamento, além do bicampeão Emerson, o projetista Adrian Newey, hoje na Red Bull e com passagens na Williams e McLaren, Keke Rosberg, que seria campeão pela Williams em 1982, Harvey Postlethwaite, projetista que depois trabalhou na Ferrari e na Tyrrell, e Jo Ramirez, uma espécie de faz-tudo que teve papel importante na logística da McLaren nos anos 80 e 90 e que foi o proncipal responsável pelos carros de Ayrton Senna na McLaren.

O FD01, restaurado pela Dana, gigante multinacional de autopeças e sistemas automotivos, poderá participar do Festival de Goodwood, na Inglaterra, em um futuro próximo.

É a mais importante exibição de carros clássicos de corrida do mundo. A empresa também restaurou o FD04, primeiro carro da equipe pilotado por Emerson.

A Coopersucar-Fittipaldi pode se orgulhar de seus melhores resultados:

Segundo lugar de Emerson Fittipaldi no Grande Prêmio do Brasil de 1978 e dois terceiros lugares: Keke Rosberg no GP da Argentina e Emerson Fittipaldi no GP do Oeste dos Estados Unidos, ambos na temporada de 1980.

 

Pilotos que passaram pela equipe

 

Volta Rápida

- Definido o campeão de 2018 da F1, ou melhor, o pentacampeão Lewis Hamilton, com Sebastien Vettel vice campeão e a Mercedes pentacampeã de Construtores, a F-1 caminha para Abu Dhabi em clima de festa. Encerramento da temporada, corrida sem expressão, mais festas que responsabilidade em vencer na pista. Que a F-1 seja sempre assim, etapas alegres, festivas, de muita responsabilidade, poucos acidentes, grandes disputas e sempre bom público.

 

- E a dança das cadeiras na F-1 continua: depois do anúncio de Daniel Ricciardo para a Renault, Charles Leclerc para a Ferrari, Kimi Raikkonen para a Sauber (equipe escola da Ferrari), agora foi a vez de Robert Kubica finalmente assinar com a Willians, para a vaga deixada por Lance Stroll, que assumirá um carro da Force India, equipe comprada por Lawrence Stroll, seu pai. Vale saber se Sérgio Perez permanece na equipe ou se Esteban Ocon é quem fica.

 

- E a família Fittipaldi novamente está em alta nas pistas. Enzo e Pietro estarão em evidência em 2019. Enzo, neto de Emerson, é o novo piloto de testes da Haas F-1 e Pietro tem grandes chances de trilhar o mesmo caminho do irmão Enzo. É o Brasil voltando para a F-1.

 

- Fernando Alonso, que disputou em Interlagos sua penúltima corrida pela F1, participou de uma coletiva de imprensa na sexta-feira via Skype com Jimmie Johnson, que estava em Phoenix, falando sobre seu próximo intercâmbio de volantes no Bahrein.

"Eu provavelmente terei as melhores informações vindo de Jimmie e algumas dicas e recomendações da equipe. Estou muito curioso, obviamente, será um privilégio para mim pilotar um carro da Nascar durante essa prova com uma lenda ao meu lado", disse, entusiasmado,Alonso, fazendo referência a Johnson.

"Estou esperando, será emocionante".

Depois de visitar a sede da McLaren em Londres, Johnson passará algum tempo no simulador de F1 antes de se juntar a Alonso no final da temporada em Abu Dhabi.

Os membros da equipe do piloto norte-americano trabalharão com a equipe de Alonso por dois dias antes de ir ao Bahrein, onde deverão preparar um dos Chevrolet de Johnson para o espanhol.

Em 26 de novembro, Johnson e Alonso competirão entre si no Circuito Internacional do Bahrein, com os carros trocados.

Alonso deixou claro que não pretendo, ao menos por enquanto, pilotar uma temporada completa pela NASCAR CUP, mas, quem sabe futuramente.

 

- Este ano o automobilismo deixará saudades a todos. Disputas na MotoGP, F-1, NASCAR, DTM, V8 Supercars Australiana, enfim, em todas categorias cuja competitividade se posiciona no mais alto nível.

Esperamos ansiosamente pela temporada 2019. Mesmo que a 2018 ainda esteja em seus dias finais.

 

 

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Uma boa semana, automaníacos. Até a próxima.

 

“O acidente entre Ocon e Verstappen me lembrou Ayrton Senna.”

Damon Hill, sobre a competitividade de Senna nas pistas.

 

Reinaldo dos Santos Filho mora em São Manuel/SP,  tem 50 anos, é jornalista especializado em automobilismo, membro da Irmandade MC, pai do Thiago Augusto, Roberta, Luís Guilherme e Giovanna.

 

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(Matéria sob responsabilidade do autor (Mtb 82.886/SP)

 

 

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