POWER RACING NEWS 22/08/2017 09:24

Reinaldo Filho fala da Nascar, IndyCar Series e traz as novidades da semana

NASCAR Monster Energy Cup, IndyCar Series, semana da indústria automobilística, mais um capítulo da “História da Indústria Automotiva Brasileira” e, claro, nossa “Volta Rápida”. Power Racing News
 

NASCAR Monster Energy Cup em Bristol tem fim de semana de Kyle Busch.

            Pela segunda vez na carreira, Kyle Busch e só ele conseguiu fazer isso na história da NASCAR.

            “Buschinho” venceu no mesmo fim de semana provas da NASCAR Truck Series, NASCAR Xfinity e NASCAR Monster Energy Cup. E novamente, no oval de Bristol, repetindo seu feito de 2010.

            Ao contrário das duas corridas que aconteceram na quarta e sexta-feira, desta vez o piloto nativo de Las Vegas não conseguiu ganhar os três segmentos. Ele chegou a vencer o primeiro, mas viu Matt Kenseth levar o segundo.

            Mas o grande adversário de Kyle foi Erik Jones, que foi o pole da prova e conseguiu liderar 260 das 500 voltas. Foi ele que tentou tirar o triunfo do #18 nas últimas voltas, mas sem sucesso.

            A prova terminou com os quatro primeiros colocados da Toyota, com Denny Hamlin em terceiro e Kenseth em quarto. Kurt Busch, com o Ford da Stewart-Haas, foi o quinto colocado.

            O primeiro Chevrolet a aparecer na classificação foi o de Ryan Newman, em sexto. Kyle Larson, vencedor da prova em Michigan na semana passada e que chegou a dominar 70 voltas, terminou apenas em nono.

            O líder do campeonato, Martin Truex Jr., também não teve grande atuação e foi o 21º.  Foi a segunda vitória de Kyle Busch, além do triunfo da All-Star Race, em 2017 e a 40ª da carreira.

            A Cup terá o próximo fim de semana como folga e retorna em Darlington, no dia 3 de setembro.


TOP TEN de Bristol
Pos.    Piloto                                     Carro

  1        Kyle Busch                              Toyota Camry #18

  2        Erik Jones                               Toyota Camry #77

  3        Denny Hamlin                         Toyota Camry #11

  4        Matt Kenseth                          Toyota Camry #20

  5        Kurt Busch                             Ford Fusion #41

  6        Ryan Newman                       Chevrolet Camaro SS #31

  7        Trevor Bayne                         Ford Fusion #6                                  

  8        Kevin Harvick                         Ford Fusion #4

  9        Kyle Larson                            Chevrolet Camaro SS #42

10        Ryan Blaney                          Ford Fusion #21

 

            Bristol é uma das pistas preferidas pela Toyota. Na nossa estatística, Toyota e Ford colocaram 4 carros cada no TOP TEN enquanto a Chevrolet, somente 2. A briga das marcas está ficando acirrada, com cada uma delas apontando as pistas quais andam melhores.

 

IndyCar Series disputou as 500 Milhas de Pocono, com vitória de Will Power.

            Vencedor do GP de Pocono de 2016, Will Power repetiu a dose neste domingo e venceu a prova disputada no veloz trioval da Pensilvânia, 14ª etapa da temporada 2017 da IndyCar. A segunda posição ficou com Josef Newgarden, seguido por Alexander Rossi, em terceiro.

            Com o resultado, Newgarden segue na liderança da competição, agora com 494 pontos, 18 à rente de Scott Dixon, novo vice-líder do campeonato.

            Entre os brasileiros, Tony Kanaan, que largou em quarto e chegou a liderar a prova, recebeu a bandeirada na quinta posição. Já Helio Castroneves, que no treino classificatório de sábado bateu forte no muro da curva 1 e largou da 20ª posição, fez uma boa corrida de recuperação e terminou a corrida em sétimo.

            Pole position da prova, Takuma Sato, que em maio entrou para a história do automobilismo ao se sagrar o primeiro japonês a vencer uma edição das 500 Milhas de Indianápolis, não conseguiu segurar a ponta e perdeu a liderança para Tony Kanaan, quarto do grid.

Helio Castroneves, que bateu forte durante o treino classificatório e saiu da 20ª posição, fez uma excelente largada e saltou para o 11º posto. Enquanto isso, Sato perdia posições e na décima volta já estava em 11º.

            Entre os líderes a disputa seguia acirrada. Na 12ª volta, o vencedor da 100ª edição da Indy 500, Alexander Rossi, colocou por dentro de Kanaan e tomou a liderança do brasileiro, que era seguido de perto pelo vencedor de Pocono em 2016, Will Power.

            Na 22ª volta, Esteban Gutierrez, que estava na 11ª posição, deu um toque no muro, deixou alguns pedaços da asa traseira de seu carro na pista e causou a primeira bandeira amarela da prova.

            Com a janela para troca de pneus e reabastecimento aberta, todos foram para os pits. Trabalhando melhor que a Ganassi de Kanaan, a Penske conseguiu devolver Power na segunda posição.

            Na relargada, autorizada na 27ª volta, Tony Kanaan foi para cima, supera Power, Rossi para reassumir a liderança, que só durou duas voltas. O brasileiro acabou ultrapassado por Scott Dixon, vencedor da etapa de Pocono de 2013.

            Com 50 das 200 voltas previstas completadas, Dixon seguia na ponta, mas era seguido de perto por Alexander Rossi, apenas 0s3 atrás.

            Um pouco mais atrás, o atual campeão da Indy, Simon Pagenaud, que largou da segunda posição, mas perdeu postos no começo da corrida e chegou a ficar em oitavo, se recuperou e na 66ª volta já estava em quinto.

            Com 96 voltas completadas, o então líder, Scott Dixon, começou a sentir que precisava economizar combustível e permitiu a passagem de Alexander Rossi. Pouco depois, foi superado por Ryan Hunter-Reay, que atacou Rossi e abriu a segunda metade da corrida na liderança. Com tráfego de retardatários começando, Rossi conseguiu retomar a ponta.

            Na 116ª volta, Sebastian Saavedra, que substituiu Mikhail Aleshin na Schmidt Peterson, tocou no muro e causou a segunda bandeira amarela da 14ª etapa da temporada 2017 da Indy. Como já havia feito sua parada para reabastecimento e troca de neus, Hunter-Reay reassumiu a liderança.

            Na relargada, autorizada na relargada, autorizada na 123ª volta, Tony Kanaan e Graham Rahal protagonizaram uma bela disputa pela liderança, vencida pelo brasileiro, que voltou à liderança.

            Duas voltas mais tarde, James Hinchcliffe e JR Hildebrand se tocaram, bateram no muro e causaram a terceira entrada do carro de segurança na pista da Pensilvânia.

            Na relargada, autorizada na 134ª volta, Rahal e Kanaan mais uma vez travaram uma boa disputa pela liderança e começaram a se revezar na ponta, em uma batalha que durou emocionantes 17 voltas.

            Faltando 39 voltas para o final da prova, Will Power, que se segurou na pista e foi o último a entrar para reabastecer e trocar pneus, voltou para a pista na liderança, pouco mais de quatro segundos à frente do segundo colocado, Tony Kanaan. O brasileiro não segurou a pressão de Scott Dixon e acabou ultrapassado pelo neozelandês e por Alexander Rossi.

            Mesmo precisando fazer mais uma parada, Power conseguiu segurar a ponta, mas a dez voltas do final passou a ser perseguido por Josef Newgarden e Alexander Rossi, que começaram uma caça ao australiano, que conseguiu segurar a pressão para vencer pela terceira vez em 2017. Newgarden ficou em segundo e Alexander Rossi foi o terceiro.

TOP TEN de Pocono
Pos.    Piloto                                     Equipe

  1        Will Power                              Team Penske

  2        Josef Newgarden                  Ed Carpenter Racing

  3        Alexander Rossi                     Andretti Autosport

  4        Simon Pagenaud                   Team Penske

  5        Tony Kanaan                         Chip Ganassi Racing

  6        Scott Dixon                            Chip Ganassi Racing

  7        Helio Castroneves                 Team Penske

  8        Ryan Hunter-Ray                  Andretti Autosport

  9        Graham Rahal                       Rahal Letterman Lanigan Racing

10        Carlos Muñoz                         Andretti Autosport

 

            A próxima etapa da Indy está marcada para a noite do próximo sábado (26), no circuito oval de Gateway, que não recebe a categoria desde 2003, quando Helio Castroneves foi o vencedor.

 

Mercado automobilístico: lançamentos da semana

            Na briga pelo mercado dos compactos básicos mais baratos, o recém lançado Renault Kwid chega levando uma leve vantagem.

            Com uma relação custo-benefício boa, ele encara de frente Fiat Mobi Drive e VW Up! Move Up!, versões básicas das marcas.

            Com design mais atualizado que os rivais, o Kwid chega com sua versão de entrada, Intense, movida pelo novo motor 1.0 de 3 cilindros e 12 válvulas, desenvolvida pela parceria Renault / Nissan, que entrega até 70cv de potência com Etanol. Pode-se achar pouco, se comparados a 77cv do Mobi e 82cv do Up!. Mas para compensar a menor potência do motor, o Kwid é aproximadamente 200 kg mais leve que seus rivais. Com isso, seu motor tem menos peso para arrastar e com isso, ganha em autonomia e velocidade: o Kwid tem como médias, com gasolina, 14,9 km/lt na cidade e 15,6 km/lt na estrada. Média batida pelo Mobi (13,7 km/lt na cidade e 16,1 km/lt na estrada). Mas vale lembrar que esses números são fornecidos peãs montadoras, baseadas em testes em ambiente fechado e controlado.

            O Kwid ainda tem o maior porta malas dos 3 modelos, o motor fornece força suficiente para uma boa dirigibilidade, acabamento razoável e compatível com os outros modelos e equipamentos de série no mesmo nível.

            Uma boa opção de compra para quem pode dispor de, inicialmente, R$ 39.990,00, contra R$ 41.260,00 do Mobi e altos R$ 48.790,00 do Up!.

            E falando em Renault, a marca lançou o Logan Advantage, série especial limitada com mais equipamentos.

            Na prática, a Advantage, que terá somente 6000 unidades fabricadas, terá todos os equipamentos que são opcionais na versão Expression, como de série. O único item exclusivo são as rodas 15” escurecidas.

            A Advantage será oferecida com motorização 1.0 3cil 12v (R$ 51.200,00) e 1.6 16v (R$ 57.400,00). Os propulsores desenvolvem até 82cv (1.0) e 118cv (1.6), ambos com Etanol. E vale lembrar que o 1.0 foi reprogramado para ganhar potência extra.

           Hyundai Creta ganha a Pulse Plus 1.6, versão intermediária entre a Pulse 1.6 e Prestige 2.0. A Plus tem preço sugerido de R$ 89.900,00 e ganhou rodas de liga 17”, central multimídia, câmera de ré, ar-condicionado digital e faróis com acendimento automático.

            Usando motor 1.6 e câmbio automático de 6 marchas já usado em outras versões do Creta, os até 130 cv gerados fazem do Creta um carro confortável e ágil para dirigir.

            O modelo, agora, conta com as versões Attitude 1.6 manual (R$ 74.990,00), Pulse 1.6 manual (R$ 79.790,00), Pulse 1.6 automático (R$ 86.740,00), Pulse Plus 1.6 automático (R$ 89.900,00) e a top Prestige 2.0 automático (R$ 100.990,00).

            A Peugeot começou a vender esta semana seus modelos 208 e 2008, ambos com o novo câmbio automático de 6 marchas. É o mesmo câmbio que já equipa os modelos C3 e AirCross, Esses 4 modelos compartilham a mesma base mecânica.

            E além do câmbio, a marca lançou a versão Crossway do modelo 2008, que era até então uma série especial e foi promovida a série definitiva, com base à boa aceitação no mercado. A Crossway custa R$ 85.490,00.

            Todos modelos da marca agora também contam com uma nova central multimídia, que conecta smartphones Apple, Android e Windows Phone, utilizando o aplicativo CarPlay e também dispositivos que rodam com Android Auto que terão suporte do navegador Waze.

            A BMW divulgou esta semana um desenho do seu carro conceito BMW Z4. Trata-se de um esboço de como deverá ser a nova geração do roadster (conversível de 2 lugares) da marca alemã. A previsão da marca para a chegada da nova geração é para maio de 2018 no Salão de Genebra, Suíça.

            Provavelmente o modelo deverá oferecer duas versões de motores: 2.0 de 4 cilindros, turbo, de 181 ou 248cv de potência e outra, um motor 3.0 de 6 cilindros, biturbo, com 355cv de potência.

            Após seu lançamento, a BMW deverá disponibilizar mais opções de motores, mais potentes claro.

            A Volkswagen anunciou um megainvestimento de R$ 2.600.000.000,00 na fábrica de São Bernardo do Campo para produzir os novos modelos Polo e Virtus.

            O Polo deverá ser somente na versão hatch e o Virtus, sedan, mas usando a mesma plataforma do Polo.

            Ainda existem planos da marca em fabricar um utilitário para concorrer com o Fiat Toro e um esportivo compacto, que deverá brigar com Honda HR-V.

 

História da Indústria Automotiva Brasileira – Bianco, um esportivo nacional de sucesso

            Lançada no Salão do Automóvel de São Paulo de 1976, a empresa foi fundada por Toni Bianco (projetista de carros de competição, sendo dele o projeto do primeiro Fórmula 3 brasileiro) para produzir carroceria em plástico reforçado e fibra de vidro e utilizando mecânica e motores da Volkswagen.

            Seus principais modelos foram o Bianco Furia (também chamado de Bianco S) e o Bianco Tarpan.

            Com linhas arrojadas e europeias para a época, a Bianco foi um sucesso de vendas no salão de 1976, com mais de 180 unidades sendo negociadas neste evento e sua produção mensal girou em torno de 20 unidades.

            Em 1978, a empresa utilizou o Salão Internacional do Automóvel de Nova York para lançar o seu novo modelo, o Bianco Série 2. Além de Nova York, a Bianco também fez exibição no Salão da Argentina, onde ganhou prêmios.

 

Modelos da marca:

            Bianco S ou Bianco Furia, pois suas linhas são semelhantes ao GT Furia da Fúria Auto Esporte (também projetado por Toni Bianco e montado por Toni e Vittorio Massari, com mecânica da Alfa Romeo), foi o "carro chefe" da empresa. Com design esportivo e arrojado para a época, sendo este o principal atrativo de vendas em seu lançamento, em 1976, sua carroceria é constituída de plástico reforçado e fibra de vidro, possui grande pára-brisa e pára-lamas sinuosos (marca e estilo registrada da empresa), porta-malas dianteiro, além das duas amplas portas laterais e as lanternas traseiras usadas do Opala, somados aos quatro faróis redondos na dianteira; o modelo já possuía itens de segurança, como barras anticapotagem e reforço de chapa nas laterais para o caso de colisão. Produzido artesanalmente, seus itens originais, como volante, eram fornecidos em aro de madeira envernizada, além de painel, console e estofamento revestido de couro.

            Utiliza motor boxer 1600 cc., refrigerado a ar de 65 cavalos e dois carburadores 32 de corpo simples, ou seja, plataforma de um Fusca ou Brasília, da Volkswagen, com a marca de 0 a 100 km/h em 17,7 segundos e velocidade máxima de 146 km/h.

Bianco Série 2

            Bianco Série 2 ou Bianco SS, foi lançado em 1978 no Salão Internacional do Automóvel de Nova York. Originalmente, o modelo manteve as linhas do Bianco S, porém, pequenas alterações externas e internas foram efetuadas, como aberturas para ventilação do motor nas laterais e na saia traseira e eliminação das ranhuras no capô, além de melhor vedação contra água e poeira, novos bancos e cintos de segurança de três pontos, entre outros pequenos detalhes.

            Bianco Tarpan ou apenas Tarpan, foi lançado no Salão do Automóvel de São Paulo de 1978 visando o mercado externo (exportação) e para tanto, foi necessário adaptar a carroceria com para-choques retráteis, modificando, em muito, o desenho da dianteira e utilizando apenas dois faróis, em vez dos quatro anteriores. Apesar das linhas frontais terem se tornado mais atualizadas, seu estilo ficou em desacordo com o restante do carro, que não sofreu alterações.

            Na ocasião do seu lançamento, foi anunciado a utilizado de motores VW de 1600 cc. refrigerada a água, porém, somente com o Tarpan TS é que foi adotado esta mudança, juntamente com a utilização do motor de 96 cv do Passat TS e freios a disco nas quatro rodas.

            O modelo Tarpan não foi produzido pela Bianco, pois a empresa não possuía estrutura para atender a demanda e assim, revendeu o modelo, sendo este, fabricado pela Tarpan Indústria e Comércio de Fiberglass, que produziu até 1981 e o "TS", até 1983, mas com poucas unidades fabricadas.

            Em 1979, após uma divergência com seus sócios, Toni Bianco fechou as portas de sua fábrica. A Bianco atingiu um sucesso razoável, na década de 1970, para uma empresa brasileira.

 

Volta Rápida

- A Renault voltou à Fórmula 1 depois de comprar a Lotus e competir em 2016 como uma equipe nova, mas apesar disso, acredita-se que a equipe ainda tenha nas mãos a infraestrutura para lutar pelo título.

O gerente da equipe, Cyril Abiteboul, assegurou que ainda não têm o que é necessário em diferentes departamentos e instalações para alcançar um bom ritmo.

"Nós crescemos muito na área de engenharia e tecnologia, e o que deve acontecer agora é, sem um crescimento similar, nos mantermos compatíveis com o potencial de engenharia. Seções como o escritório de design ou o escritório de produção, onde somos muito pequenos e temos um longo atraso em comparação com o que poderíamos fazer na aerodinâmica. O crescimento da equipe será feito quando concluirmos a expansão do prédio, onde teremos um escritório de design maior, porque agora temos uma limitação de espaço. Nós também devemos realizar novas obras, vamos produzir nossa própria caixa de câmbio e outros componentes para o próximo ano, que é um grande projeto, com mais espaço e mais gente dedicada a isso. Então, percebemos que o crescimento deve continuar", declarou Abiteboul.

A Renault fez pouco progresso em 2016, tendo recuperado o controle da Lotus no final da temporada anterior, visando neste ano fazer progressos significativos.

Nona no campeonato de construtores no ano passado com apenas oito pontos, na atual temporada está na oitava posição com 26, com objetivo de atingir a quinta posição até o final de 2017.

Enquanto a Renault continua a recrutar pessoal e expandir as instalações, Abiteboul disse que a F1 precisa tomar medidas para evitar que as equipes voltem a ser muito grandes.

- A equipe Prema, que tem seus pilotos lutando pelos títulos nas F4 italiana e alemã, na F3 e F2 europeias e tem entre seus pilotos cinco integrantes da academia Ferrari, interessada em disputar provas na Fórmula 1 com um carro único. A participação aconteceria em GPs que permitissem carros de clientes, diz o chefe da equipe, Rene Rosin.

Rosin diz que o time, que dominou a GP2, categoria antecessora da F2, em sua chegada no ano passado, estaria interessada em avaliar a operação de uma equipe de F1 se as regras fossem relaxadas para permitir que as equipes menores façam entradas com carro único.

"Por que não? A Fórmula 1 é um sonho para toda equipe; não só para pilotos, mas também para engenheiros. Sei que é um sonho, e seria muito difícil alcançá-lo. Mas para isso, seriam necessárias muitas mudanças nas estruturas do automobilismo para fazer algo que permita chegar nesse ponto. Depende de como tudo está organizado, e no caso de um carro de cliente eu acho que é possível ser organizado. Mas, claro, com a situação de hoje, não - é algo que precisa ser planejado, precisa ser acordado e precisa ser desenvolvido, também em termos de regulamentos", declarou Rene Rosin.

- O chefe da Red Bull, Christian Horner, determinou uma meta para a sua equipe no restante da temporada 2017 da Fórmula 1: bater a Ferrari.

Os austríacos esperavam que neste ano pudessem aproveitar a mudança de regulamento técnico para poderem lutar pelo campeonato, mas o RB13 só foi o terceiro melhor carro desde o início da temporada.

Enquanto a Red Bull cortou as distâncias de rendimento, a Mercedes tem 173 pontos e a Ferrari em 134 no Campeonato Mundial de Construtores com nove provas para o final da competição.

Horner acredita que essas diferenças são irrecuperáveis, mas espera que a Red Bull possa "pelo menos" acompanhar a Ferrari de agora em diante.

"Quanto ao campeonato, acho que a diferença entre nós, a Mercedes e a Ferrari é muito grande para ser superada, mas eu gostaria pelo menos de vencer a Ferrari na segunda metade do ano. Se pudermos estar em posição de lutar por pódios e por melhores posições do grid em algumas corridas antes do final do ano, isso seria um objetivo realista e agressivo para nós", afirmou o britânico..

Horner acredita que houve "um progresso constante na Red Bull desde o GP da Espanha, depois de um difícil início da temporada, o que foi atribuído à falta de correlação em seu túnel de vento.

"Para resolver qualquer problema, você tem que localizá-lo e analisá-lo, acho que os caras da equipe técnica fizeram um ótimo trabalho para resolver isso rapidamente, mas é claro que você tem um mês para tentar resolvê-lo e então estávamos nas primeiras corridas" .

"Não foi em Barcelona que pudemos apresentar o primeiro pacote aerodinâmico que resolveria os problemas. Foi quando começamos a progredir".

"Eu acho que estamos na direção correta. Nós fizemos um progresso constante no carro desde então e continuaremos a fazê-lo para o resto do ano".

Daniel Ricciardo e Max Verstappen não são concorrentes ao campeonato de pilotos de 2017, liderado pelo alemão Sebastian Vettel, que ganhou seus quatro títulos mundiais com a Red Bull de 2010 a 2013.

Horner, que viveu a época do alemão em Milton Keynes, diz que Vettel é "notavelmente forte" quando atinge a reta final da temporada.

"Sebastian é um cara superfocado. Ele lida com a pressão extremamente bem e quando aumenta, ele responde ainda melhor", disse Horner. "Quando você joga tudo no final do campeonato, ele é notavelmente forte mentalmente e em termos de abordagem, então, quando as últimas corridas chegam, você sabe que, se tiver chances de título, ele fará o seu melhor".

Os títulos de Vettel em 2011 e 2013 foram dominadores, mas os outros dois vieram na última corrida. Ele conseguiu descontar 15 pontos de desvantagem de Fernando Alonso em Abu Dhabi 2010 e chegou a estar 44 pontos à frente do espanhol no caminho para o seu título de 2012.

"Sua abordagem, seu envolvimento, sua atenção aos detalhes, sua ética de trabalho... são coisas que lhe permitiram atingir seus quatro títulos consecutivos", conta Horner. "E dois deles, em 2010 e 2012, estavam na ponta, especialmente em 2012. Eu só ganhei uma corrida quando a temporada europeia acabou, e depois ganhou quatro seguidas a partir de Cingapura".

- O chefe da Mercedes na Fórmula 1, Toto Wolff, diz que a cooperação entre Lewis Hamilton e seu novo companheiro Valtteri Bottas "superou as expectativas" até agora em 2017.

Com o domínio nas três primeiras temporadas da era híbrida, a Mercedes teve que gerenciar uma relação cada vez mais frágil entre Hamilton e Nico Rosberg.

Mas as tensões dentro do time parecem ter diminuído significativamente desde a aposentadoria de Rosberg, que abriu caminho para a chegada de Bottas, enquanto o ressurgimento da Ferrari deu à Mercedes um novo adversário.

Wolff elogiou Bottas por ter acompanhado Hamilton de perto em 2017 até agora, chamando os resultados de qualificação do finlandês como um "recorde bastante forte contra o homem mais rápido do grid", e acrescentou: " Para mim, Valtteri está atento às nossas expectativas. Quando decidimos trazê-lo, tínhamos conhecimento de suas qualidades”.

"Então, na pista, ele atendeu nossas expectativas e está melhorando a cada corrida, ele progride em todas as provas, o que é muito bom de ver. O que superou nossas expectativas, é como os pilotos trabalham juntos. "Eles continuam um com o outro e se respeitam, dentro e fora de pista”.

"Chegou a um ponto em Silverstone quando Lewis disse: ‘Eu vou puxá-lo comigo’. É apenas um respeito de um com o outro e ao piloto de corrida. Você já viu isso no passado em uma equipe, onde os dois homens começaram assim?"

No Bahrein, Bottas obedeceu a uma ordem para permitir que Hamilton passasse e concordou com a troca de posição com o britânico na Hungria - com Hamilton devolvendo o lugar na última volta, mas não conseguiu superar as Ferrari.

"O relacionamento pessoal entre Valtteri e Lewis é totalmente diferente do que era entre Nico e Lewis", acrescentou Wolff. "O relacionamento de trabalho é apenas em uma liga totalmente diferente, que transporta para a dinâmica dentro da equipe, porque todos são afetados de forma positiva ou negativa".

Enquanto a Mercedes não está atualmente dominando a F1 do jeito que esteve nos últimos três anos, Wolff sente que a equipe lidou bem com os desafios do ano até agora.

"Um fator de ruptura não é negativo. Eu diria que estou feliz com o nosso desempenho. Porque se você tivesse me dito no inverno que ganhríamos seis corridas e teríamos oito pole- positions, eu teria concordado”.

"Mas, então, foi mais difícil do que os resultados, porque tínhamos uma corrida bonita com a Ferrari em Barcelona, com Vettel muito perto de Lewis, e então em Sochi e na Áustria, ficando muito perto de Valtteri”.

"Em suma, eu diria que fizemos tudo OK, considerando que houve tantas mudanças. Sabíamos o quão difícil seria permanecermos competitivos depois das mudanças de regulamento tão importantes".

- O diretor técnico da Williams, Paddy Lowe, quer que o time entregue um carro mais consistente na próxima temporada, depois de admitir que está "muito desapontado" com o rendimento dos carros em 2017.

"Definitivamente no relatório da metade da temporada, não nos parecemos tão bom quanto gostaríamos. Estamos muito decepcionados - o carro é mais rápido do que a tabela de pontos reflete. Acredito que um dos nossos maiores problemas é que não estamos marcando os pontos que deveríamos ter feito com nossa velocidade dos carros. Por uma série de razões diferentes”, disse em entrevista ao site Racer.

Para Lowe, um dos principais pontos a ser corrigido na Williams para a próxima temporada é a falta de regularidade da equipe.

"Além disso, vimos muita variação de circuito para circuito. Existem lugares em que conseguimos um desempenho substancialmente inferior e nós realmente precisamos ter um carro que funcione de forma mais igual em destinos diferentes, de modo que é um grande foco para o próximo ano."

"Algumas dessas coisas entendemos, outras não. Então, há muito trabalho a fazer. Mas estamos muito esperançosos de que podemos melhorar na segunda metade da temporada", concluiu.

A Willians afirma que Felipe Massa e Lance Stroll serão seus pilotos para a temporada 2018.

- Quarta colocada no Mundial de Construtores de 2016 e na mesma posição na atual temporada, a Force India está determinada a subir um degrau na classificação. Para isso, pretende aumentar seu quadro de funcionários.

Com 101 pontos somados após 11 etapas, a equipe de Vijay Mallaya já está com 27 pontos a mais do que na mesma fase da temporada anterior. Mesmo estando melhor em relação ao ano passado, o time está 83 pontos atrás da Williams, a terceira colocada.

“Já temos programados todos os nossos próximos passos. Alguém me perguntou outro dia: 'Agora que vocês estão na quarta posição e pensando em se aproximar das três primeiras, como planejam crescer em termos de pessoal?”, contou o diretor de operações da equipe, Otmar Szafnauer.

“Estamos perto de 400 funcionários, mas devemos chegar a 425 ou 430. E essas novas contratações são para posições bem específicas. Só vamos contratar as pessoas certas, não é apenas uma questão de chamar mais gente. Nós queremos nos precipitar para alcançar os nossos objetivos, mas é importante contratar as pessoas certas”, completou.

Szafnauer disse também que espera manter sua posição mais forte ainda na quarta posição entre os construtores.

“Se começarmos a buscar limites para os gastos ou através do regulamento ou por outro caminho, acho que estamos bem colocados, especialmente se algumas das grandes equipes tiverem de diminuir seus orçamentos. Se isso não acontecer, vamos seguir aqui, dizendo que estamos em quarto e tentando o que é preciso para brigar entre os três. Temos planos para melhorar e estamos colocando tudo em prática”, concluiu.

- Mesmo em nova temporada complicada, a McLaren pode se ver sem alternativas e ficar obrigada a permanecer com os motores Honda para o campeonato do ano que vem da F1.

O fracasso nas conversas entre Honda e Toro Rosso podem afetar indiretamente a McLaren e reduzir suas possibilidades de troca de parceria técnica para 2018.

A Honda negociou com a Toro Rosso a respeito de uma parceria, mas as duas partes não chegaram a um acordo financeiro. Assim, o time italiano permanecerá com os motores Renault.

Ocorre que a Renault era considerada justamente a última possibilidade para a McLaren. Porém, a empresa francesa segue comprometida a três equipes (Red Bull, a equipe oficial da Renault e a própria Toro Rosso) e tem se mostrado contrária à ideia de obter um quarto cliente.

Assim, a McLaren teria condições de trocar de fornecedora de motor apenas em uma hipotética saída da Honda da F1. Neste caso, o regulamento técnico imporia obrigatoriedade a alguma das fornecedoras remanescentes a ceder unidades de potência à McLaren.

A equipe inglesa conta com motores Honda desde 2015, sendo que vem acumulando campanhas apagadas desde então, mas tanto Alonso quanto Vandoorme e toda equipe apostam numa reação da McLaren já no próximo domingo. Alonso se mostrou otimista com relação às atualizações aplicadas ao carro, mesmo considerando Spa um circuito que exige muito tanto do carro quanto do piloto.

Em 2017, o time ocupa o penúltimo lugar entre os construtores, com um sexto lugar de Fernando Alonso na Hungria melhor resultado.

- No dia 19 de agosto de 2001, Michael Schumacher erguia seu quarto troféu de campeão na F1, pela Ferrari. Rubens Barrichello era seu companheiro de equipe na Scuderia e teve participação fundamental na conquista do alemão.

- Os horários do GP da Grã Bretanha da MotoGP, marcado para o dia 27 de agosto, serão modificados para evitar que se sobreponham com o GP da Bélgica da Fórmula 1.

Como aconteceu em junho, no GP da Holanda, o cronograma oficial da MotoGP em sua visita a Silverstone também deverá ser modificado. Embora ainda não tenha anunciado oficialmente, a MotoGP realizará as corridas britânicas em horários diferentes aos habituais.

Às 8h15, horário de Brasília, será disputada a corrida da Moto3, às 9h40 a prova da Moto2 e às 11h30 a etapa da MotoGP, que começará com o GP da Bélgica da Fórmula 1 já encerrado.

- Quarto na classificação da MotoGP, 33 pontos atrás do líder, Valentino Rossi admitiu que não é “muito inteligente” pensar em título, enquanto a Yamaha tenta resolver os problemas enfrentados na Áustria. No GP disputado no Red Bull Ring, Valentino ficou em sétimo, atrás das Yamaha de Maverick Viñales (sexto) e Johann Zarco (quinto).

“Não é muito inteligente pensar em título quando chega em sétimo. Primeiro, tem que pensar em ser competitivo. Zarco está feliz porque bateu Maverick e eu, mas se eu tivesse chegado em quinto, não estaria feliz”, disse o italiano.

“Eu fiz metade da corrida brigando com Honda e Ducati e a outra contra as outras duas Yamaha. Enfrentamos mais problemas de aceleração quando os pneus estão mais gastos, em comparação com outros”, completou. “Mais do que pensar em bater Zarco, precisamos focar em superar Honda e Ducati”.

Para Rossi, a solução para os problemas da Yamaha deveria vir em forma de novos materiais, enviados da sede de Iwata.

“Precisamos de ajuda vinda do Japão. Honestamente, se nós tivéssemos que fazer outra corrida em uma hora, não sei o que deveríamos mudar, pois fiz tudo para evitar este problema e falhamos. Não acredito que a solução esteja no box”.

No entanto, Rossi tinha espera que a corrida de Silverstone tenha uma história diferente da que teve na Áustria, com um traçado mais fluente com a probabilidade de temperaturas mais baixas.

"Em Brno eu estava rápido, mas perdi a oportunidade de chegar ao pódio por causa do ‘flag to flag’. Talvez Silverstone seja mais parecido com Brno e nossa moto vai ser rápida", concluiu.

- Maverick Viñales acredita que outra mudança de chassi não ajudará a Yamaha a resolver os problemas que enfrentou durante o GP da Áustria no último fim de semana.

Tanto Viñales como seu companheiro de Yamaha, Valentino Rossi, lutaram contra problemas de aderência dos pneus traseiros traseiro em Spielberg e terminaram a corrida em sexto e sétimo, atrás da moto de Johann Zarco.

Depois de dominar o início da temporada e liderar a tabela, Viñales, não conquistou nenhuma vitória desde a mudança para as últimas especificações do chassi da Yamaha em Assen, apenas marcando um pódio em quatro corridas.

Apesar da falta de sucesso no novo quadro, a Viñales acha que mudar o chassi novamente não seria sábio e que sua equipe deveria se concentrar em melhorar o pacote atual no dia de testes marcados para o próximo domingo em Misano.

"O problema é muito mais importante do que começar a mudar o chassi novamente agora", disse Viñales, que agora está em terceiro, 24 pontos atrás e Marc Márquez. "Talvez tenhamos que nos concentrar na moto e fazê-la funcionar de forma correta”, completou.

"Com a configuração que temos agora, precisaremos fazer outra grande mudança na configuração e ver se ela funciona. Eu não quero mudar o chassi, eu quero trabalhar muito duro em Misano e tentar estar pronto para Silverstone".

- Além da clara melhora mostrada pela Honda no GP da Áustria em comparação com a corrida do Red Bull Ring do ano passado, Dani Pedrosa acredita que o fabricante japonês deve continuar a procurar mais aderência na parte traseira da moto.

Assim como a maioria dos pilotos do grid da MotoGP, Pedrosa também alertou para a possibilidade de vitória de Andrea Dovizioso do último domingo usando sua Ducati com a especificação mais macia disponível entre os pneus traseiros.

Pedrosa, que é muito mais leve do que o italiano e que geralmente escolhe os compostos mais macios, desta vez estava com o duro e ainda não conseguiu a durabilidade imaginada.

O fato de Marc Márquez ter brigado pela vitória com Dovizioso até os últimos metros e que ele terminou no pódio é uma confirmação do progresso alcançado pela Honda em comparação com a prova do ano passado na Áustria, onde Márquez foi o melhor representante da marca, apenas em quinto, a 12 segundos do vencedor.

De acordo com a análise de Pedrosa, a chave para essa melhoria é encontrar uma combinação de elementos, começando com o motor, seguindo pela eletrônica e terminando na carenagem com os novos apêndices aerodinâmicos.

Tudo isso permitiu que a RC213V ganhasse em aceleração em relação ao protótipo anterior, depois de ter encontrado mais tração e poder controlar a subida do pneu dianteiro, um fator determinante no Red Bull Ring.

"Na Áustria, demos um passo à frente em relação ao ano passado, mas temos que trabalhar para melhorar a aderência porque eu, que normalmente não escolho o pneu duro, desta vez acompanhei Dovizioso que ganhou com o macio. Para alcançá-lo, precisamos ir um pouco mais rápido", disse Pedrosa, que é o quinto do campeonato, mas apenas 35 pontos atrás do líder, Márquez.

"Temos mais aceleração e controle da moto, mas a ela patina muito na traseira. Se pudermos avançar um pouco, poderemos liberar mais potência", acrescentou o espanhol.

- O fato de a Honda ter adiantado seu teste para este domingo no circuito de Misano deixou Marc Márquez feliz, que comemorou a possibilidade de melhorar. A Honda irá dividir o circuito com Marco Simoncelli, da Yamaha, enquanto na segunda e terça-feira é a Ducati que alugou as instalações do circuito.

Para Márquez, este treinamento, o único dia que ele e Dani Pedrosa têm dos cinco privados aos quais os membros do grid têm direito ao longo do ano.

O piloto espanhol está no topo da tabela de pontos desde que assumiu o comando em Sachsenring, antes das férias de verão, e acumulou uma série de duas vitórias e cinco pódios nas últimas cinco provas do calendário.

Na Áustria, a vitória de Andrea Dovizioso, conquistada na última curva colocou o italiano como seu perseguidor mais imediato, 16 pontos atrás, com sete tentativas para diminuir a diferença.

Tendo sofrido durante a primeira etapa da temporada, o teste coletivo que aconteceu após o GP checo tornou as sensações muito melhores para o atual campeão. Desde então, o espanhol parece ter encontrado com sua equipe uma base suficientemente sólida para tentar não sair do pódio.

Com esse objetivo deverá ser alcançado na próxima semana em Silverstone e em no dia 10 de setembro em San Marino, onde não conseguiu subir no pódio no ano passado, terminando em quarto lugar.

"O teste de Misano é muito importante porque no ano passado também sofri um pouco. Nós tínhamos planejado fazer este reino depois de correr lá, mas finalmente decidimos adiantá-lo. É muito melhor se considerarmos como estão as coisas neste campeonato", diz Márquez, que ainda está procurando esse ponto extra que ainda não possui, para acompanhar a Ducati em termos de aceleração.

- E para os amantes do automobilismo, mais particularmente dos Trucks, está se formando no Brasil uma nova categoria: Super Truck Racing.

Formada por pilotos remanescentes da extinta Fórmula Truck e por novos pilotos, a Super truck trará à pista nomes como Jorge Fleck, Mad Macarrão, Jadson Zini e tantos outros que, na década de 90, acreditaram no projeto do saudoso Aurélio batista Felix e fundaram a Fórmula Truck.

A proposta da categoria é puramente nostálgica, mas com um tempero competitivo: trazer às pistas Trucks que fizeram história no passado. Modelos como VW Titan, Volvo EDS, Scania 111 S (a famosa Jacaré), Mercedes 1936, Mercedes “cara chata”, Ford Cargo e outros modelos fabricados na década de 1990 ou anteriores.

Ainda não foi disponibilizado calendário de provas, mas em 2017 há a pretensão de se fazer ao menos 4 provas, todas elas no Sul do país. A Federação Paranaense de Automobilismo e a Liga Desportiva de Automobilismo são parceiras da Super Truck Racing.

Sites:  www.supertruckracing.com.br

            www.ligadesportiva.esp.br

            www.fpra.com.br

 

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Nossa meta para o final da temporada é a de bater as Ferrari nas pistas.” Christian Horner, chefe da equipe red Bull sobre a diferença entre a Red Bull e Ferrari na temporada 2017.

 

Reinaldo dos Santos Filho mora em São Manuel/SP, tem 49 anos, é jornalista especializado em automobilismo, administrador de empresas, escritor, piloto profissional e motociclista. Pai do Thiago Augusto, Luís Guilherme e Giovanna.

 

Matéria sob responsabilidade do autor (Mtb 82.886/SP)

 

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