POWER RACING NEWS 31/10/2017 09:55

Fórmula 1, Nascar, Moto GP e muito mais com Reinaldo Filho

Fórmula 1 no México, Nascar Monster Energy Cup em Martinsville, MotoGP na Malásia, semana da indústria automobilística, “História da Indústria Automobilistica Nacional”, e “Volta Rápida”

F-1 corre no México e Hamilton sagra-se tetracampeão mundial

            A F1 coroou mais um campeão mundial neste domingo. Mesmo que tenha tido atuação repleta de contratempos no GP do México, Lewis Hamilton garantiu matematicamente seu tetracampeonato em 2017, já que Sebastian Vettel foi apenas o quarto colocado.

            A prova no Hermanos Rodriguez teve seu lance fundamental nos metros iniciais. Max Verstappen, Vettel e Hamilton se envolveram em toques ainda nas primeiras curvas durante a disputa pela liderança, o que jogou os dois protagonistas do campeonato para o fundo do pelotão.

            O alemão da Ferrari fez boa prova de recuperação, mas precisava ficar entre os dois primeiros para se manter vivo na disputa. Assim, Hamilton, mesmo fechando em nono, igualou o número de títulos mundiais de Alain Prost e do próprio Vettel.

            Verstappen venceu a prova sem grandes sustos, praticamente de ponta a ponta. Valtteri Bottas foi segundo colocado, à frente de Kimi Raikkonen. Felipe Massa também enfrentou contratempos e foi o 11º colocado.

            Vettel manteve a ponta no arranque, mas sofreu o ataque de Verstappen por fora na aproximação da curva 1. O holandês mergulhou com agressividade e o alemão não recuou, o que resultou em um toque na tomada para a segunda curva.

            Ali, houve o primeiro dano na asa dianteira de Vettel. Hamilton aproveitou a confusão para ganhar terreno, mas foi tocado por um Vettel que ainda tinha dificuldades. Assim, o inglês da Mercedes sofreu um furo em seu pneu traseiro direito.  

            Ambos os favoritos tiveram de fazer pitstops prematuros para reparos, de modo que ocupavam as duas últimas posições do pelotão nos giros iniciais. Carlos Sainz e Massa também fizeram uma parada cedo – o brasileiro sofreu um furo lento no pneu dianteiro direito.

            Verstappen aproveitou o momento para disparar na frente, abrindo vantagem confortável para Bottas, que vinha a seguir. Já Ocon, Hulkenberg, Pérez e Raikkonen vinham relativamente próximos na disputa por uma posição de pódio.

            Ocon, Hulkenberg e Pérez foram aos boxes antes dos demais líderes para colocar pneus macios. Já Hamilton, no fundo do pelotão, enfrentava dificuldades para superar os carros à sua frente, de modo que ele tomou uma volta de Verstappen já na 22ª passagem.

            Na 26ª volta, Hulkenberg encostou seu carro na área de escape e abandonou a prova. Com isso, Vettel, que fazia boa prova de recuperação, já era promovido à zona de pontos, em 10º.

            Verstappen já tinha quase 10s de vantagem para Bottas quando Brendon Hartley abandonou com problemas mecânicos. Isso provocou o acionamento do safety car virtual na volta 32, o que fez com que os líderes fossem aos boxes para trocar pneus – e Vettel também retornou para um segundo pitstop, calçando ultramacios.

            A prova teve bandeira verde poucas voltas mais tarde, sendo que a ordem passava a ser após a rodada de pitstops: Verstappen, Bottas, Raikkonen, Ocon e Stroll. Vettel já era o oitavo, com Massa em 10º.  

            Verstappen seguia andando forte, com vantagem já superior a 12s para Bottas. Assim, a Red Bull passou a pedir para que o holandês segurasse o ritmo e apenas controlasse a distância para o finlandês da Mercedes.

            Na 51ª volta, Vettel superou Pérez e assumiu o sexto lugar. Hamilton também fazia sua corrida de recuperação: duas voltas depois, superou Vandoorne e foi ao 11º posto.

            O alemão subiu ao quinto posto ao deixar Stroll para trás na volta 55, pouco depois, despachou Ocon para ir a quarto. Enquanto isso, Hamilton tirava Massa da zona de pontos ao chegar em 10º.

            O problema para Vettel é que seus rivais a seguir estavam muito à sua frente: Raikkonen estava a mais de 20s, com Bottas outros 27s. Já Hamilton superou Alonso a três voltas e foi ao nono lugar, posição suficiente para garantir o título mesmo se Vettel chegasse em segundo.

            Verstappen cruzou a linha com grande vantagem para Bottas. Raikkonen completou o pódio. Ocon, Stroll, Pérez, Magnussen, Hamilton e Alonso completaram a zona de pontos; já Massa foi 11º.

 

Grid final do GP do México

Pos.    Piloto                         Equipe

  1        Max Verstappen         Red Bull / Renault

  2        Valtteri Bottas             Mercedes

  3        Kimi Raikkonen          Ferrari

  4        Sebastien Vettel         Ferrari

  5        Esteban Ocon            Force India / Mercedes

  6        Lance Stroll                Willians / Mercedes

  7        Sergio Perez              Force India / Mercedes

  8        Kevin Magnussen      Haas / Ferrari

  9        Lewis Hamilton           Mercedes

10        Fernando Alonso        McLaren / Honda

11        Felipe Massa              Willians / Mercedes

12        Stoffel vandoorne      McLaren / Honda

13        Pierre Gasly               Toro Rosso / Renault

14        Pascal Wehrlein         Sauber / Ferrari

15        Romain Grosjean       Haas / Ferrari

 

Não terminaram (todos abandonos por quebra da unidade motriz)

Piloto                                     Equipe

Carlos Sainz Jr.                     Renault

Marcus Ericsson                    Sauber / Ferrari

Brendon Hartley                     Toro Rosso / Renault

Nico Hulkenberg                    Renault

Daniel Ricciardo                    Red Bull / Renault

 

            A Fórmula 1 volta a pista no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, no dia 12 de novembro.

                                     

NASCAR Monster Energy Cup correu em Martinsville com vitória de Kyle Busch

            Martinsville escreveu mais um capítulo histórico dentro da NASCAR. Neste domingo (29) o drama por conta do inicio da penúltima fase dos playoffs fez com que as últimas voltas fossem caóticas.

            Quem soube se aproveitar foi Kyle Busch, que segurou a pressão de Martin Truex Jr. nas últimas curvas e garantiu o triunfo, o quinto da temporada, e de quebra, se classificou para a final em Homestead-Miami.

            Mas o pega entre Busch e Truex foi apenas o capítulo final. Antes, Chase Elliott e Brad Keselowski brigaram fortemente pela ponta, com o carro #24 tocando no #2 para se manter na ponta. 

            Após amarela provocada pelo estouro de pneu de Joey Logano, foi a vez de Denny Hamlin aparecer, mandando Elliott para o muro e provocando nova bandeira amarela. 

            Na relargada, o #11 não foi páreo para Busch e Truex que dominaram a última volta. Ainda deu tempo de Hamlin bater e mais 10 carros se envolverem perto da linha de chegada.

            Clint Bowyer foi o terceiro, seguido de Keselowski e Kevin Harvick na quinta posição.

            Após a prova, Elliott foi tirar satisfações com Hamlin, mas os dois ficaram "apenas" na conversa.

            Com os resultados, estariam de fora da final: Jimmie Johnson, com três pontos abaixo da linha de corte, Ryan Blaney (-6), Denny Hamlin (-8) e Elliott (-26).

 

A próxima etapa da NASCAR Cup acontece no Texas, no próximo domingo.

           

TOP TEN em Martinsville:

Pos.    Piloto                                     Carro

  1        Kyle Busch                              Toyota Camry #18

  2        Martin Truex Jr.                      Toyota Camry #78

  3        Clint Bowyer                           Ford Fusion #14

  4        Brad Keselowski                     Ford Fusion #2

  5        Kevin Harvick                          Ford Fusion #4

  6        Travor Bayne                          Ford Fusion #6

  7        Denny Hamlin  .                       Toyota Camry #11

  8        Ryan Blaney                            Ford Fusion #21

  9        Matt Kenseth                          Toyota Camry #20

10        Ricky Stenhouse Jr.                Ford Fusion #17

 

            Em Martinsville, a FORD desbancou a concorrência com 6 Fusion no Top Ten, com a Toyota com 4 Camry e a Chevrolet sem nenhum carro no TOP TEN. Uma supremacia até surpreendente da FORD.

            O Texas Motor Speedway recebe a Monster Energy no próximo domingo (05).

 

MotoGP na Malásia tem nova vitória de Dovizioso

            Em um dos campeonatos mais emocionantes de sua história, a MotoGP terá a decisão do título na última etapa, em Valência. Isso se deve à vitória de Andrea Dovizioso neste domingo (29) em Sepang.

            O piloto italiano também contou com o quarto lugar do líder, Marc Márquez, que apesar de ter largado bem, não conseguiu resistir ao domínio das Ducatis - Jorge Lorenzo foi o segundo - e de Johann Zarco, que terminou na terceira posição.

            Dani Pedrosa, o pole position da corrida, fez prova discreta e finalizou na quinta posição. Quem não fez um bom papel foi Valentino Rossi, que mesmo largando da quarta posição, conseguiu apenas o sétimo posto.

            Com os resultados, Márquez permanece na ponta, com 21 pontos de frente para Dovizioso.

            Logo na largada, Márquez pulou de sétimo para a terceira posição, enquanto que Zarco assumiu a liderança e Dovizioso caiu para o quarto posto. Jorge Lorenzo completou a primeira volta em segundo. Rossi começou mal, na 10ª colocação.

            Os primeiros giros foram marcados pelo pega entre os líderes do mundial. Faltando 17 voltas, Dovi chegou a ultrapassar Márquez, mas errou logo depois, cedendo a terceira posição logo em seguida. Mas no giro seguinte, o espanhol não resistiu e o italiano o passou.

            Sam Lowes, Alex Rins e Loris Baz caíram, em momentos diferentes, quando restavam 15 para o fim.

            Lorenzo e Dovizioso ultrapassaram Zarco restando 12 para o término da corrida. A essa altura, Márquez era o quarto colocado com mais de dois segundos para os líderes.

            Alex Rins caiu pela segunda vez na curva 14, quando faltavam 11 voltas para o fim.

            Aos poucos, Rossi escalava o pelotão, chegando à sétima posição restando sete voltas.

            A expectativa era de que Lorenzo deixasse seu companheiro de equipe passar para que a briga pelo título sobrevivesse para a última etapa em Valência. E isso aconteceu com um erro do espanhol na curva 15, com o italiano concretizando a ultrapassagem na curva 1, restando quatro voltas.

            Quem fez grande prova foi Danilo Petrucci, que teve que largar em último por ter problemas em sua moto antes da volta de apresentação e ocupava a sexta posição nas voltas finais.

            No final, com grande tranquilidade, Dovizioso recebeu a bandeira quadriculada em primeiro, seguido de Lorenzo, Zarco, Márquez e Pedrosa.

            A etapa final da MotoGP acontece em Valência, no dia 12 de novembro.

 

Grid final na Malásia

Pos.    Piloto                                                    Moto

  1           Andrea Dovizioso                              Ducati  #4

  2           Jorge Lorenzo                                    Ducati  #99

  3           Johann Zarco                                     Yamaha  #5

  4           Marc Marquez                                   Honda  #93

  5           Dani Pedrosa                                     Honda  #26

  6           Danilo Petrucci                                   Ducati  #9

  7           Valentino Rossi                                  Yamaha  #46

  8           Jack Miller                                          Honda #43

  9           Maverick Viñales                               Yamaha  #25

10           Pol Espargaro                                    KTM  #44

11           Alvaro Bautista                                   Ducati  #19

12           Bradley Smith                                    KTM  #38

13           Scott Redding                                    Ducati  #45

14           Hector Barbera                                  Ducati  #8

15           Cal Crutchlow                                    Honda  #35

16           Michael van der Mark                      Yamaha  #60

17           Andrea Iannone                                 Suzuki  #29

18           Tito Rabat                                            Honda  #53

 

Não terminaram:

Piloto                                     Moto

Sam Lowes                            Aprilia #22

Karel Abraham                       Ducati  #17

Loris Baz                                 Ducati #76

Alex Rins                                Suzuki #42

 

A semana do mercado automobilístico

            Na seção de hoje, não falaremos sobre as novidades da semana, mas sim sobre os cuidados a serem tomados com seu veículo para as viagens que realizará no final do ano.

            Como sabemos, os veículos são feitos de partes metálicas, e sujeitas a desgastes.

            Devido às más condições das ruas e estradas brasileiras, os componentes tem sua vida útil reduzida. Itens como pneus, amortecedores, molas de suspensão, rodas, escapamento, sistema de direção, sistema de freio sofrem demais no dia a dia.

            Uma boa dica e que pode ser de grande valia para que se programe os gastos com manutenção é a de levar o carro a uma revisão geral já nos meses de outubro e novembro. Nesses meses, as oficinas não costumam reajustar seus valores de mão de obra, o que barateia o custo final da revisão.

            Fique atento sempre não só aos componentes mecânicos mas também aos componentes elétricos e eletrônicos. Como todos os carros novos e seminovos são eletrônicos, qualquer falha pode deixa-lo na mão.

            Inclua em sua revisão, as palhetas do limpador de parabrisas, lâmpadas de faróis e lanternas e sistema elétrico.

            Não se esqueça de calibrar os pneus, inclusive o estepe e conferir se as placas de identificação do seu veiculo estão bem presas, pois com a vibração do dia a dia os parafusos soltam. Todos os itens acima, se irregulares ou mal conservados, são passiveis de multa e em alguns casos, apreensão do veículo.

            Viaje com segurança e lembre-se, respeite os limites de velocidade e crianças menores sempre no acento especial.

           

História da Indústria Automobilística Nacional – Fiat Marea sedan e Marea SW 

            Após a sucessão do Fiat Tipo pelos Fiat Brava e Bravo em 1995, na Europa, a Fiat desenvolveu um sedan para substituir o Tempra, derivado do Tipo. Assim, em 1996 foi apresentado o Fiat Marea, nas versões sedan e perua (SW).

            Oferecido com diversas opções de motores Diesel e Otto (gasolina), desde o 1.2L I4 8V até o 2.0L I5 20V Turbo.

            O nome veio da expressão italiana Marea, que em português significa maré (de oceanos).

            Foi criado para substituir o Fiat Tempra e o Fiat Croma, que saíram de linha em 1996. Seus principais concorrentes, Opel Vectra e Volkswagen Passat, receberam naquele ano novas gerações. O Marea oferecia faróis elipsoidais, cintos com pré tensionador (tanto nas versões com e sem airbags), comandos de som no volante, lavadores de faróis e suspensões dianteira e traseira dotadas de subchassi, para melhor amortecimento dos impactos e maior preservação da cabine em caso de acidentes.

            A versão mais esportiva contava com um motor 2.0L 5 cilindros em linha 20V Turbo, capaz de desenvolver 182 cv, emprestado ao Fiat Coupé (nele porém, a potência originalmente desenvolvida era maior, 220 cv). O Marea e os Hatchs Bravo e Brava foram aposentados em 2002 na Europa para dar lugar à família Fiat Stilo, constituídos de hatch e perua, porém a produção do Marea e Brava seguiu no Brasil até o ano de 2007.

            O Fiat Marea brasileiro, lançado em 1998, era basicamente igual ao modelo europeu, salvo pela ausência das versões a diesel, devido à proibição do uso deste combustível em automóveis de passeio e da simplificação das opções à gasolina existentes. As primeiras unidades da Marea Weekend vendidas no Brasil em 1998 foram fabricadas na Itália, enquanto o sedã já era fabricado na fábrica da Fiat em Betim, MG. No entanto, toda a gama de propulsores do modelo era importada da Itália e montada no Brasil. Por quase uma década, o Marea atuou no segmento de médios pela Fiat, tanto os segmentos premium quanto o de entrada da categoria.

            Em 2006 as versões ELX, HLX e Turbo deixaram a linha de produção, extinguindo os propulsores 1.8L, 2.4L e 2.0L Turbo; restando apenas a opção pela versão SX 1.6L. Com vendas em queda e tecnologicamente defasado diante dos concorrentes, o Marea foi aposentado em 2007, dando lugar ao Fiat Linea, um sedan derivado do Fiat Punto.

            O Marea era oferecido em quatro versões principais de acabamento: 

- SX (básica), 

- ELX (intermediária), 

- HLX (topo de linha dos aspirados) e, 

- Turbo, versão mais completa.

            Além disso existiram raras versões exclusivas para frotistas como a City, voltada a taxistas.     Todas as versões de acabamento eram aplicadas tanto à carroceria sedan quanto à perua.

            Tanto a HLX quanto a Turbo ofereciam airbags e ABS como opcionais, além de sidebags como opcionais (um item inovador em um carro nacional na época). Teto solar de acionamento elétrico era um item opcional para os HLX e Turbo.

            A maioria das versões contava com banco do motorista e direção hidráulica com regulagem de altura de série, bancos traseiros bipartidos, cintos com pré tensionadores (inflam uma carga explosiva que pressionam o passageiro com mais força ao banco em caso de impacto), portas com barras de proteção laterais de 4cm de espessura, vidros elétricos nas 4 portas, retrovisores com regulagem interna elétrica e aquecimento térmico anti embaçante (outro diferencial), ar condicionado e calefação com climatizador automático (mantém a temperatura desejada) ainda que de controle analógico (mas também um diferencial na época), sistema de desembaçamento rápido, faróis com regulagem de altura do facho em função da carga e projetores independentes para o farol alto e baixo.

            Também eram oferecidos faróis de neblina posicionados nos extremos do parachoques dianteiro. No conjunto de luzes traseiras, o carro atende uma norma criada na Europa e aceita no Brasil, onde no conjunto de iluminação principal é usada uma luz de ré do lado direito e luz de neblina do lado esquerdo.

            O Marea chegou trazendo na época um motor 2.0L 20V naturalmente aspirado de 142 cv e 18,1kgf/m (na Europa este mesmo propulsor desenvolvia 155 cv e 19,2kgf/m, porém contava com a adição do coletor de admissão variável "VIS" e programação eletrônica diferenciada) .

            Este motor faz parte da família Free desenvolvida em parceria entre as italianas Fiat e Lancia, o qual incorporava inovações como um bloco de cinco cilindros, cabeçote e cárter de alumínio, comando duplo (DOHC) com quatro válvulas por cilindro, comando de admissão com tempo de abertura das válvulas variável e um dissipador de calor do óleo refrigerado à água (trocador de calor).

            O controle era realizado unidade de controle eletrônico (UCE) de injeção/ignição multiponto sequencial alemã Bosch Motronic M2-10.4.

            A este motor foi dado o nome comercial de “Fivetech” e simbolizava à época uma inovação oferecida em termos de motorização num carro vendido por uma fabricante instalada no Brasil.

            Apostando em um de nicho específico do segmento de alta performance do mercado nacional, a Fiat passou a oferecer também a versão Turbo de consideráveis 182 cv e 27kgf/m para a época (desempenho este que era limitado para preservar a durabilidade do conjunto em vista das condições de utilização e manutenção mais críticas oferecidas no mercado brasileiro, visto que na Europa o mesmo motor produzia 220 cv, porém equipando o Fiat Coupé).

            A base do turbo trata em essência do mesmo propulsor 2.0 20v aspirado, porém extensamente revisto e com componentes como bielas reforçados (no entanto o virabrequim se mantém idêntico tanto na versão aspirada quanto na turbo), válvulas maiores sendo as de escape refrigeradas à sódio, emprego de comandos de válvulas de maior permanência e acrescido de turbocompressor Garret TB2810 .42/.49, radiador de óleo, intercooler (resfriador de ar) além dos novos parâmetros de gerenciamento eletrônico na programação da UCE.

            Com esta motorização se tornaram os sedãs e station-wagons (peruas) "nacionais" mais velozes do mercado, posto mantido por alguns anos.

            Ainda em 1998, devido às regras tributárias brasileiras para automóveis, cujo imposto era baseado na potência e não na cilindrada do motor, as versões SX e ELX de 2.0 litros tiveram sua potência reduzida a 127 cv, a fim de enquadrarem-se na tarifa de IPI menor para veículos que geravam potencia até este limite estabelecido. No entanto, estas versões podem operar normalmente com 142 cv, bastando para isso efetuar a troca do chip da UCE pelo utilizado na versão mais potente, ou chips independentes produzidos por programadores especializados.

            Além do desempenho acima da média e da tecnologia mais avançada na época, estes propulsores 5 cilindros (assim como empregados em outras marcas, como Audi, Volvo e etc) tem outra uma característica única no que se refere ao seu som (ronco) de funcionamento, que é bastante característico e diferenciado em relação aos demais motores de 4 cilindros, sendo inclusive considerado por ter semelhança até mesmo ao som de alguns motores V10.

            E, objetivando um melhor posicionamento de preços para as versões de entrada para 2001, a versão SX passou a ser oferecida com um novo motor, o Twin Cam.

            Trata-se de um quatro cilindros 1.8L I4 16V, de duplo comando (DOHC), variador de fase na admissão, coletor de admissão variável (VIS) e operado por uma central (UCE) japonesa Hitachi HCU MFI, que produzia 132 cv e 16,7kgf/m . Este propulsor foi desenvolvido pela Fiat em parceria com a Alfa Romeo e era o mesmo existente na versão brasileira do Fiat Brava HGT, lançado no final daquele ano. Diferente do 5 cilindros 2.0L 20V, o 1.8L 16V era mais compacto, leve e oferecia menor consumo de combustível e menor nível de vibrações, sem perdas sensíveis em desempenho ao motorista comum em condições normais de uso e transporte de cargas medianas.

            Mas, devido a reclamações de falta de força em baixas rotações, o que exigia maior recorrência às reduções de marchas nas retomadas, a Fiat reviu o propulsor 5 cilindros 2.0 20v e aumentou sua cilindrada para 2.4L, além de adotar também um coletor de admissão variável (VIS) de material termo-plástico, eficiente porém menos resistente a detonação por falha na injeção ou pressão positiva de sobrealimentação que o metálico da versão 2.0 e um acelerador eletrônico, itens não disponíveis para as motorizações 2.0.

            Isso aumentou a potencia final de 142 cv para 160 cv e o torque máximo de 18,121kgf/m para 21kgf/m (este mesmo propulsor foi oferecido no Fiat Stilo Abarth produzindo no entanto aproximadamente 170 cv e 21,5kgf/m).

            As versões ELX e HLX então incorporaram este propulsor 2.4L I5 20V de 160 cv, o qual também equipava o Lancia Kappa, apreciado por oferecer maior torque num regime bem inferior de rotações; o que, combinado com um câmbio de 5 velocidades de escalonamento mais longo, possibilitava menor ruído (em virtude das rotações mais baixas) e respostas mais ágeis sem a necessidade de reduções constantes no câmbio. Isso também melhorava a capacidade de cruzeiro (velocidade constante) em viagens, mantendo rotações mais baixas e menor nível de ruído e consumo. A partir de então, a cilindrada de 2.0L foi mantida apenas para o cinco cilindros turbo.

            Não houve motores 2.4 turbo originais de fábrica.

            Nos anos seguintes a forte concorrência no segmento obrigou a Fiat a refazer as estratégias e posicionamento das versões do Marea. Como resultado, o motor 1.8L da versão SX passou para a versão ELX.

            Foi lançado um novo propulsor chamado Corsa Lunga (Curso Longo em italiano), que produz maior torque em relação a versão curso curto, contando com especificações 1.6L 16v de comando único (SOHC) operado por uma UCE Magnetti Marelli emprestado dos Fiat Brava/Palio/Palio Weekend, também sendo importado da Itália. Tornou-se o trem de força da versão básica SX tanto para o Marea sedan quanto para a perua além das versões de entrada do Brava, de forma a oferecer um melhor custo benefício, além de propiciar um menor consumo e custo de manutenção mais acessível, sendo ideal para as grandes cidades com engarrafamentos constantes e muito usado por taxistas.

            As transmissões adotadas eram mecânicas de 5 velocidades (salvo as versões automáticas) com embreagem de acionamento hidráulico para os motores de 5 cilindros e a cabo para os 4 cilindros.

            Os modelos com motores naturalmente aspirados utilizavam caixas de câmbio de escalonamento mais curto, sendo que o 1.6 possuía relações mais próximas e o 2.4 um pouco mais longas. Nestes, o acionamento dos seletores de marcha era realizado por um trambulador de varões.

            O turbo possuía uma caixa de engrenagens mais robusta e de escalonamento mais longo, com acionamento dos seletores por um trambulador de cabos.

            Mas em 2001, a Fiat passou a oferecer como opcional para as versões 2.4 HLX uma transmissão automática AISIN AW50-40 de 4 velocidades com opções de condução esportiva, normal e para piso escorregadio, refrigerada por um radiador de óleo independente.

            Este opcional de conforto surgiu em razão da associação entre Fiat e General Motors do Brasil, nascendo então a Fiat-GM Powertrain, que compartilharia componentes de engenharia entre as duas companhias.

            A caixa foi desenvolvida em parceria com a Mazda e partilhada também com modelos da GM equipados com propulsores Família-2 como o Vectra, Zafira, Meriva e Astra.

            Desta forma, foram atendidas as queixas da falta de uma opção automática ao médio da Fiat.

            A suspensão em todos os Marea, em qualquer motorização e tipo de carroceria é do tipo independente nas quatro rodas.

            A direção possui assistência hidráulica . Direção com regulagem de altura do volante é um item presente em praticamente todas as unidades.

            A calibragem da suspensão valoriza a maciez e conforto, mas mantendo um bom grau de segurança limitando a rolagem da carroceria e o curso em condições críticas de aceleração lateral, ainda que não prime pela condução esportiva e mudanças abruptas de direção, salvo a versão turbo que recebeu recalibragem no sistema, com altura cerca de 1,2cm menor e molas, amortecedores e estabilizadores com mais carga, de forma a ter uma condução um pouco mais firme e de respostas mais rápidas.

            Na suspensão dianteira foi utilizado o sistema Mcpherson com barra estabilizadora. A carga das molas varia entre os motores 4 e 5 cilindros.

            Para as rodas traseiras, o Marea possuía um sistema de braços arrastados (Trailing Arms) e estabilizadores. As molas da perua Weekend possuíam mais carga e batentes mais longos para maior capacidade de carga em relação ao sedan.

            O sistema de freio utiliza duplo circuito diagonal cruzado hidráulico, podendo ter como opcional assistência ABS de 4 canais (um para cada roda) operado por uma central TRW EBC-430 nas versões de acabamento intermediárias e topo de linha.

            Os discos dianteiros variam em diâmetro de acordo com a motorização, sendo menores no 1.6 aspirado e maiores no 2.0 turbo, este último também possui pistões das pinças com maior carga.

            Os discos dianteiros são sempre ventilados em todas as versões, para dissipação mais rápida de calor.

            Indicador de desgaste das pastilhas dianteiras está presente na maioria das versões.

            As unidades de motores cinco cilindros possuem freios a disco também na traseira, no entanto estes são sólidos. As unidades equipadas com motores 4 cilindros utilizam freios a tambor nas rodas traseiras.

            Em todas versões está presente uma válvula controladora de força de frenagem nas rodas traseiras em função do peso carregado, de modo a aumentar a segurança em frenagens fortes em qualquer condição evitando derrapagens.

            O freio de estacionamento das versões 5 cilindros atua de forma mecânica por meio de cabos de aço (acionados pela alavanca) nos próprios discos traseiros, contrapondo algumas soluções de veículos com freios a disco nas quatro rodas que utilizam tambores para o freio de estacionamento.    Nos Mareas com motores 4 cilindros, o freio de estacionamento atua também de forma mecânica nos tambores das rodas traseiras.

            O Marea possui uma carroceria afilada e em cunha, com eficiente coeficiente (Cx) de penetração aerodinâmica (tanto no sedan quanto na perua) que permite velocidades de cruzeiro elevadas com baixo ruído da carroceria e boa estabilidade direcional mesmo sob rajadas de vento laterais/frontais.

            Um pequeno spoiler está presente no limpador dianteiro esquerdo (de modo a efetuar uma melhor limpeza da área do para brisa em frente ao condutor em altas velocidades, onde limpadores sem este recurso tendem a flutuar pela turbulência).

            Defletores (aletas) aerodinâmicos estão posicionados próximos às rodas traseiras (desviando o fluxo de ar das rodas diminuindo o efeito de sustentação sob o eixo traseiro e o arrasto de ar contra o pneu contribuindo para uma maior estabilidade direcional em velocidades elevadas. Isso também auxilia na obtenção de menor consumo na estrada.

            A Marea Weekend (versão SW) possui conjunto de iluminação traseiro elevado, solução que visa maior segurança e pioneiro em uso nos carros de uma fabricante nacional. Este fica instalado nas colunas "D" que suportam a capota.

            A SW também conta com um parachoques traseiro basculante que liberado manualmente por uma trava, gira para baixo, formando uma rampa nivelada com o assoalho da mala (semelhante ao sistema usado por várias Pickups) que facilita o carregamento de grandes volumes e a acomodação de cargas maiores/pesadas.

            Para 2001 foram alterados alguns detalhes como padrões de acabamento e cores. O Marea sedan recebia uma remodelagem traseira com design do Lancia Lybra, afim de contornar críticas ao desenho das lanternas anteriores.

            O carro possui 5 modelos de rodas, todas de aro 15 polegadas:

- Rodas de aço estampado com calotas plásticas: Unidades de frotistas, órgãos/entidades públicas de autarquias e segurança, raras unidades particulares com acabamento básico.

- Rodas de liga exclusivas para o 1.6

- Rodas de liga exclusivas para o 2.0 (popularmente chamadas "Pingo")

- Rodas de liga exclusivas para o 2.4/1.8 (popularmente chamadas "Serra ou Serrinha")

- Rodas de liga exclusivas especiais para o 2.0 turbo (estas rodas são meia polegada mais largas, tala 6,5" ante 6" das demais o que permite o uso de pneus de perfil mais baixo especiais de competição e raios mais robustos e espaçados permitindo melhor refrigeração dos freios)

            O Fiat Marea é um carro carregado de estigmas em relação à durabilidade e confiabilidade mecânica.

            Apesar de ser um projeto moderno para a época, o motor Fivetech do Marea exige cuidados quanto à manutenção preventiva. Por tratar-se de um motor de cinco cilindros em linha com características de operação peculiares, sua temperatura normal de trabalho e limite de rotações são mais elevados do que a maioria dos motores 4 cilindros de concepção mais simples empregados pelos concorrentes na época.

            Os propulsores quatro cilindros que equipam as versões básicas do modelo seguem também a mesma linha, sendo mais rebuscados tecnologicamente que boa parte dos concorrentes de segmento, necessitando também de atenção similar.

            A formação de borra de óleo (carbonização) nas galerias de lubrificação do motores se dá devido ao não respeito aos prazos de troca do óleo/filtros por parte dos proprietários e à manutenção preventiva ineficiente de componentes de substituição periódica, como velas, correias e sensores.           Estas são as causas mais comuns de problemas que se não tratados evoluem para outros problemas mais sérios - que podem exigir retífica completa do propulsor.

            Tecnologicamente complexo, embora o Marea seja um modelo descontinuado, ele ainda requer profissionais que entendam profundamente essas condições, bem como proprietários que sigam de fato as recomendações do manual de manutenções do veículo, devendo receber cuidados da mesma forma aplicada a modelos de veículos mais complexos atuais, com revisões e reparos em oficinas com ferramental apropriado (scanners, torquímetros, ferramentas de precisão entre outros) além de insumos e componentes de reposição de boa qualidade.

            A combinação de manutenção ineficiente pelos donos, uso de peças não originais de baixa qualidade e profissionais muitas vezes sem qualificação e ferramentas necessários é a responsável pela má fama que o Fiat Marea adquiriu no mercado de veículos.

            Peças paralelas de boa qualidade para o carro costumam ser encontradas com certa facilidade em grandes áreas metropolitanas, e por valores inclusive bastantes acessíveis, ao contrário do senso comum que se formou sobre o carro.

            Por ser um veículo médio com características premium na época em que foi lançado e oferecido em um mercado de consumidores e reparadores que não compreendiam as característcas do veículo, maior parte das unidades se deterioraram e apresentam problemas recorrentes devido a sucessivos anos de falta de cuidados. Isto gera um ciclo vicioso em que o veículo tem seu valor de mercado acentuadamente deteriorado e em razão do apelo do conforto e desempenho oferecido acaba sendo adquirido em maioria dos casos por proprietários que não possuem condições financeiras de mantê-los.

            Porém, as unidades do veículo que sempre foram bem mantidas desde o início de utilização apresentam ainda hoje um ótimo histórico de confiabilidade inclusive a longas viagens, uso diário e quilometragens que alcançam valores superiores a 200.000 km rodados sem a necessidade de retíficas em motores, reparos em câmbios ou outros reparos mais complexos em componentes vitais ao funcionamento do veículo.

 

Motores oferecidos                                                               Potência         Versão                        Anos Prod.

Corsa Lunga DOHC 1.6L 16V aspirado                               106cv              SX                   2003 a 2007

Twin Cam DOHC VVT 1.8L 16V aspirado                           132cv              SX e ELX        2000 a 2006

Fivetech DOHC 2.0L 20V aspirado                                      127cv              SX e ELX        1998 a 2001

Fivetech DOHC VVT 2.0L 20V aspirado                             142cv              ELX e HLX     1998 a 2001

Fivetech DOHC VVT 2.0L 20V Turbo Intercooler               182cv              Turbo              1999 a 2006

Fivetech DOHC VVT 2.0L 20V aspirado                             160cv              ELX e HLX     2001 a 2006

Fonte: Wikipédia

 

Volta Rápida

- O diretor técnico da Williams, Paddy Lowe, afirmou que Daniil Kvyat entrou na lista de pilotos que são considerados por uma vaga no time em 2018.

Nas últimas semanas, o foco esteve voltado a Robert Kubica, Felipe Massa, Paul di Resta e Pascal Wehrlein, mas Lowe garantiu que a equipe iria avaliar qualquer piloto qualificado e que esteja disponível.

Kvyat expressou seu interesse na Williams no domingo após o GP dos Estados Unidos, quando ouviu de Helmut Marko que não retornaria à Toro Rosso.

“Como eu disse em Austin, consideraremos todos os pilotos que não estão sob contrato. Isso é um fato. Kvyat é um piloto de respeito, então ele deve estar em nosso radar.”, disse Lowe.

Lowe insiste que a equipe não tem um prazo para tomar uma decisão, e deixou claro que está resistindo à pressão de Felipe Massa, que quer que tudo se defina antes do GP do Brasil.

“Estamos falando o tempo inteiro com Felipe e veremos o que dará. Há todos os tipos de cenário. É algo que temos de administrar internamente. Relacionamentos entre equipes e pilotos durante negociações são sempre tensos, infelizmente. A maioria de nós quando nos candidatamos a um emprego, o fazemos de forma privada. Na F1, tudo vira um assunto público, e isso fica mais constrangedor do que gostaríamos. Mas Felipe é um ótimo cara, e ele tem uma ótima relação com a Williams. É tudo bem respeitoso, de forma mútua. Seja o que formos concluir, permaneceremos na boa.”, terminou Lowe.

Felipe Massa, por sua vez, disse em entrevista que o 11° lugar no México foi extremamente frustrante pois os carros da Willians sofrem a vários anos de deficiências aerodinâmicas que não se solucionam e que engenheiro nenhum conseguira resolver. Perguntado sobre Stroll, Massa disse que o companheiro de equipe fez um bom trabalho conseguindo segurar o carro na pista até o final. Algo difícil em uma pista de baixa aderência e altas velocidades.

- Max Verstappen conquistou uma vitória marcante depois de tomar a liderança de Sebastian Vettel no início do GP do México, antes que o alemão colidisse com Lewis Hamilton, deixando os dois rivais do título fora da disputa pela vitória.

Verstappen então se afastou da Mercedes de Valtteri Bottas para vencer, mas os abandonos de quatro dos seis carros impulsionados por motores Renault tornaram a corrida nervosa quando Red Bull pediu ao holandês que diminuísse o ritmo para poupar o carro.

"Eu pude ver muitos carros explodindo e abandonando, então eu fiquei definitivamente preocupado", disse Verstappen, que chegou a terceira vitória da F1 em sua carreira.

"Nós cuidamos do nosso motor e tudo parecia funcionar muito bem. Eu vi na tela da TV [Daniel Ricciardo] se retirando e vi um Toro Rosso em chamas”.

"Eu pensei 'Deus, não faça isso acontecer comigo' - trocamos o motor. Eu tenho um novo motor, então talvez isso tenha ajudado, mas Daniel também tinha um novo”.

Daniel Ricciardo, foi forçado a abandonar depois de apenas algumas voltas, informando pelo rádio um problema com o turbo de seu carro.

"É óbvio que o fim de semana se tornou uma m#$*@", disse Ricciardo à NBC. "Fiz o que pude no começo - estava bem perto, havia um pouco acontecendo - mas fiz um rápido progresso. Eu disse a Helmut [Marko] nesta manhã que eu chegaria á sétima posição no final da primeira volta. Chegamos perto”.

"Nós colocamos o novo motor, mas algo deu errado. Não tenho certeza do que era ou onde isso nos coloca para o Brasil".

Além de Ricciardo, o Nico Hulkenberg da Renault abandonou antes da Toro Rosso de Brendon Hartley, que causou um Safety Car virtual quando saiu da pista antes da metade da corrida, depois de relatar que estava "perdendo muita potência". Carlos Sainz também foi forçado a sair.

Quando perguntado se ele achava que os problemas estavam relacionados com a altitude ou as temperaturas no México, Ricciardo respondeu: "Certamente, algo fundamental está acontecendo. Nós viemos ao México nos últimos anos, então não deve haver surpresas, sei que a altitude e as temperaturas nos dificultaram na permanência no topo neste fim de semana”.

"Eu não sei se é a especificação do motor deste ano que está lutando aqui - obviamente, é, mas não temos certeza. Então, foi um fim de semana muito sombrio para alguns de nós, é uma pena ter terminado cedo de novo, então acho que é um pouco do que Max experimentou no início do ano, sim, não é tão divertido"

- Lewis Hamilton igualou a marca de Sebastian Vettel de quatro títulos mundiais em um dia em que colidiram na volta de abertura, o que jogou ambos para as últimas posições.

Vettel precisava terminar em segundo lugar no México para manter a corrida pelo campeonato aberta, mas só conseguiu ficar em quarto, enquanto Hamilton cruzou a linha de chegada em nono.

Falando para a NBC após a corrida, Vettel disse: "Estou abatido, obviamente. É difícil atravessar a linha e perceber que você não está mais na briga”.

"O resto não é tão importante, sobre o que aconteceu hoje, o mais importante é que é o dia de Lewis - ele foi coroado campeão mundial e ele merece isso. No geral ele foi o melhor homem e fez o melhor trabalho, simples assim".

Sobre o nível do desenho de Hamilton em quatro títulos, ele disse: "Eu adoraria superá-lo, mas é o dia dele, é o ano dele e ele merece isso”.

"Para nós, obviamente, ficamos com o que quer que seja. Agora, é decepcionante. O próximo ano será uma história diferente, como todos começan